igreja próxima e o cheiro de pão
a. O teto branco e o abajur torto pareciam ce
sobre minhas pernas, e lembrei: Paris. A casa de Sophia. Um l
ava a cortina fina c
aqui. E isso já
o parecia mais lento, como se o relógio tivesse se
rabiscado por Sophia com uma flecha ap
água. Não pe
ela parecia ter sid
rotina indiferente. Uma senhora carregava flores. Um homem limpava a calçada em
sabia qu
sperava n
ibert
ador t
as últimas marcas invisíveis dele em mim. Vesti um suéter grosso e calcei os tênis velhos que encontrei
o tinham pressa. As vitrines pareciam mais interessadas em contar histórias do que
, rabiscando palavra
io que
com g
io, mas
era mais difíc
redonda. Vi uma menina desenhando o pai com lápis de cor, a l
que eu fazi
disfarçada de "
que desmontavam
hava. Eu
son
respirei fundo. Uma lágrima e
s muitas que ainda
s ficaram presos ali, diante dos frascos coloridos e pincéis alin
entrei.
ista na cara e uma música francesa tocando baixinho. A luz dourada
sem abrir os olhos. - Te deixei pão
gando o casaco numa c
me olhou com uma expressão q
ag
. Olhei para fora, para a cidade qu
o sei. Mas acho que qu
juntas - ela disse, estendend
mão del
em muito, muito temp
empo. Em silêncio. Até
elerou. Peguei o aparelho co
n
ava uma mens
mais, Allegra. Pre
o viessem de um homem partido, mas de
ficação antes
incômodo antigo tentand
hia perguntou, perce
ele.
tou no sofá, o
alguma b
Que eu fui longe dema
u, revirand
r quando você já tinha se
rima ameaçou cai
respondi
converse com o eco
e novo, agora aperta
ra ele. Nem uma respos
entindo um nó se d
e instan
de um novo ti
eta. Mai
s m

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