cia quando o
vessem acordando devagar. O frio atravessou a porta da aeronave assim que ela se abriu -
a passo parecia mais firme, como se eu finalmente estivesse tocando
, procure
ava Soph
num coque bagunçado e os olhos arregalados de emoção. Ela segura
com um cor
s mesmo de
ou forte, como se quisesse c
rrou, com a voz trêmula
arganta apertada. - E não fa
exatamente o que
puxou pelo braço com leveza e caminhamos para fora do aeroporto, onde um carro antigo
ela disse, abrindo a porta.
siu ao liga
As ruas eram mais cinzas do que as de Nápoles, sim, mas também mais livres. Gente andando devagar, c
entender - murmurei
adas - ela respondeu. - Ela te escuta em silêncio
e uma porta principal pintada de verde-escuro. A pintura descascava nas bordas,
real. A sala era pequena, cheia de plantas em potes diferentes, livros e
a disse. - E sim, antes que você perg
rr
redor estreito e empurr
la se mudou há uns meses. Desde então, esse quarto f
, a janela era enorme e dava vista para os telhados de Paris e uma torre de igreja ao fundo. Ti
No seu espaço. Sem
m saber com
anto. Tirei os sapatos. Sentei no chão
eceu na coz
ão com manteiga, se o
te. Não havia cobrança. Não h
e
miga de
ecas fumegantes. Me entreg
scaras. Aqui você pode chorar, gritar, dormi
falhou. Engoli em seco. - Eu
iu. Isso
como fazia no colégio, quando algu
mpo. O tipo de silêncio bom,
orriso sereno. - Mas primeiro, você precisa descan
se
lo, sem barulho. Caíram com levez
eram de
de al
, um gato roncando aos meus pés e a voz
ver

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