colher de iogurte na mão e os olhos semicerrados,
meio rindo, me
o o quê? Bagunç
rando a colher entre os dedos. - Com um
esmo - brinquei, pegan
stiu. Largou o potinho vazio na pia e se encostou na b
ades d
ante. Essa pergun
- Acho que ainda não entendi
lêncio que só existe entre duas pessoas que se conhecem o suficient
parisienses pareciam inclinados propositalmente, como se todos estivessem tentando enxergar o mundo melhor. Roupas
o era o que ocu
o
la m
e vio
sível do meu corpo - talvez no peito, talvez nas pontas dos dedos. Uma melodia sem nome q
na rua - comentei, sem pe
ueu os olh
po feio ou ti
guém tivesse tocado
aquele ar de quem ia mo
viu q
uando fui procura
uase cinematográfico. - Ela p
os olhos
filme indie. Eu mal consigo lembrar quem eu
rtista que parou de pintar, um som misterioso vindo
tando a testa n
istória nem sempre dá
r alguns segundos, mas n
aixa. - Às vezes, tudo o que a vida precisa é da tri
a dela, tudo sempre parecia mais s
hores dias começam. Sophia queria me mostrar uma feirinha de livros usados perto do
caixas de madeira, cobertos de tecidos coloridos. Turist
m as bordas amareladas e anotações à lápis, me afastei um pouco. N
s
pres
iol
rancês, bicicletas passando, o barulho delicado das folhas se arrast
ia algo diferent
écie de
e Náp
de
de
Sophia tentou me arrastar para um bar com música ao viv
caderno e uma caneta. Acendi o abajur, me s
o que minha memória emocional
ontorno de um homem invisível. Um violin
ue aquilo queria diz
que tinha me atrave
inei, assin
or or
meira vez em muito t
te. In
rno com cuidad
ar. Mas, estranhamente, ela não veio. Me senti cansada de um jeito bom -
i os
juro que ouvi o som
istante,
um co

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