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Capítulo 4 Perdão por mais esse pecado

Palavras: 1732    |    Lançado em: 03/01/2025

CK RO

1 a

atrás, o da misturinha de creme de ameixa com óleo de amêndoa que minha mãe u

ço isso junto com Luara, me aproveitando da situação para espremer sua cintura fininha com meu braço forte e sentir ma

do pela morte recente de sua mãe que eu gostaria de sentir tanto quanto ele porque Leona fez parte da minha vida, já foi o meu mun

sto da minha garota que está com os olhos vermelhos, mas não derrama uma lágrima

raço, fechando os olhos e chorando ainda mais. - Ah, Lua... Não faça isso novamente, minha princesa. Não se afaste

ha mão e aperto sua beirada c

or dez dias, ia ficar com ela no seu apartamento. Eu sei de tudo relacionado a essa mulher porque mesmo longe, nu

e eu me sentia mais irritado, era como se a porra de um monstro assassino estivesse prestes a se libertar e eu temia por ela, temia porque enquanto a assistia dormir nos

e da nossa família para descobrir. Por isso, optei por me afastar

rr

zia sarrar no jeans da minha calça que estava inchada e marcada com meu pau duro pra ela, e ainda tenho gravado na minha

mais, blasfêmia, logo depois de ter uma amostra do quão quente ela era, do q

a mente blindada com a certeza de que jamais vou desejar outra coisa que não seja seu corpo consumindo com o meu n

tima palavra sai de forma arrastada, carregada de dor por entre seus

menos nos ligue todas as noites c

ede

her baixinha que é a cópia mais jovem da minha mãe. Solange. Sua pele é de um tom caramelo, seus fios ondulados de uma negritude brilhosa incrível e seus olhos sã

lhos grandes ficando ainda mais vermelhas ao avançar para me abraçar chorando. - Eu não sabia que piranhas mirins choravam. - br

estão com saudades do

ar de forma natural entre minhas narinas, é como se reafirmasse para a minha mente que finalmente estou em casa, que voltei

eu choro e o acalmando com o poder da sua voz aveludada que mesmo a um passo de distância consigo ouvir nitidamente sendo sussurrada e sentir nos meus músculos, o efeito

o e me abaixando o suficiente para beijar sua testa com carinho. - Matheus ficou na casa da Liz. - ela pisca forte e eleva os olhos v

oné na minha cabeça, meu olhar voltando para a minha garota quando uso do momento pa

dado por minha garota que evita me olhar, mas eu sinto quando o faz de forma que ela acha ser disfarçada, poré

nga pedindo para que ela fique por mais tempo. - Eu não posso, neném. O início da temporada começa mês que vem e eu pr

s meus pais, assim como eu, e sei, principalmente, que eu não

vai ser. Eu gosto de um desafio e Lua

a boceta, enchendo ela com a minha porra quente, até

ro, eu cons

ndo seu rosto bonito e voltando para mim, que a abraço de lado e aceno co

di isso, assim como entendi que Matheus é o favorito da minha mãe e dos quatro, por ser o mai

im. Eu fui desejado e amado por meus pais e todos

ça do dono de um Cartel Europeu foi escolha minha, não resultado

o velório da minha avó quando meus olhos descem de forma disfarçada para a bunda redonda dentro da calça jeans da minha garota que se movimenta de forma normal, mas que é o suficiente para

rdão por mais

.

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