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Capítulo 5 Sou muito bom no que faço

Palavras: 1899    |    Lançado em: 03/01/2025

RA DA

rena, meus pais de criação, logo após o enterro de Leona. Porém, disfarço bem ao seguir com Solange ao meu lado, abr

tudo po

ormir com

ente, sopra num sussurro exausto e eu confirmo enquanto tento ignorar o olhar

ick

z comigo, desde a hora que eu sai do carro na fr

dele ficar se pondo na minha frente sempre que alguém vinha para me cumprimentar com um abra

ao soar tão próxima e eu sofro uma espécie de espasmo q

iso irônico ao passar do meu lado roçando os dedos compridos na extensã

i

precisar de uma massagem, seu maninho

me provocar sempre que nossos pais estavam perto. Para não ficar tão evidente que todas as noites na casa dos Rodrigues el

Derick o alcança segurando a minha mala e o seu capacete n

xa segundos depois de lá, a elevando no ar para mostrar que a achou e sorrindo enquan

ra que possamos passar ao seu lado com ele olhando todos os cantos aqui fora, como se estivesse procurando por algo que só ele s

gas hoje. Ele nem sabe que a vovó faleceu porque está d

ula e sorrir quando nosso pai passa ao seu lado, sendo seguido

abresa e out

... Por

da porta, cruzando meus braços e o encarando séria, ciente que está tram

problema

rque pareceu mais interessado do que deveria no que o namorado da nossa irmã vai ou não fazer, vai com Deus e os doze discípulos quando

algumas questões do trabalho... - ele para na minha frente, a mão grande

, me deixando mole e irritada porque não acho força nenhuma para o afastar de mim. Eu somente espalmo as mãos no seu peitoral firme e calmo

bom no que

ndo o rosto coberto pela barba por fazer que me arrepia ainda mais intensamente quando o

enho quase certeza que é o canto do mais delicioso dos pecados, sussurra rente a pele do meu pescoço arrepiado, me fazendo tremer ao subir para perto

rick

m forma enquanto reuno forças para me afastar dele com a certeza de que não vou cair no seu papinho, por mais tentador que seja sua voz e seu corpo gr

lange grita ao longe e eu abro meus olhos no susto, sentindo Derick beijar a curva do meu maxil

analiso seu rosto másculo e suas mechas levemente compridas caídas na sua testa franzida com alguma

ranse que seu irmão sempre faz questão de me induzir toda vez que me toca. - O papai deu o ca

quena. Que tal você ir sozinha enqua

ealmente me sinto cansada. O dia de hoje foi exaustivo, tanto pelas

os pro claro dos dela, irônica, porque ela sabe que meu carro é parte minha e eu

tar e seguir na direção dela oferecendo seu capacete e a chave da sua

instantaneamente e a caçula

gasta meia hora. Não tem necessidade de ir de moto e colocar a sua vida em perigo. - eu a alert

te amo, Lua. Na moral, você

bufa ao caminhar na minha direção, desviando para chegar na porta

que eu não so

esse passado anos sem fazer isso porque tudo está exatamente onde estava na última vez que estive aqui e a sensação de familiaridade com o lugar me faz se sentir

r ele na porta do seu quarto, enrolado num robe branco que denuncia que ele vai tomar banho e com o olhar cansado oscila

a frustração quando me olha piscando rápido, com os olhos cheios de lágrimas que ele não deixa cair. -

me dá um beijo na testa

nho antes de sorrir e fechar a porta novamente,

do. - Deric

r a janta e volto a caminhar na direção do meu antigo quarto com ele ainda me seguindo de per

uarto e eu não vou conseguir faze

dia de mim e me salve do evidente at

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