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Capítulo 3 Isso é covardia

Palavras: 2369    |    Lançado em: 03/01/2025

RA DA

4 a

a dos meus pais, Luan e Lorena, tragando o ar com calma enqua

que eu tive a oportunidade de conversar com ela ainda ontem, mas estava ocupada treinando para a corrida de início da temporada que vai ocorrer meados do mês que vem e acabei não atendendo quando

que não merecia todo o amor que me davam, era demais pra mim, mas dos meus olhos nenhuma lágrima escorre porque tenho a leve a impressão de que esgotei o restinho de estoque que tinha a quase dez anos atrás,

na mesma noite. Aquilo doeu na alma e por doer, eu optei por fazer minha

alguns minutos de distância dele nesse momento, me faz t

a prin

de unhas compridas subindo para os meus fios negros caídos por meus ombros. Acariciando com calma enquanto me analisa com as íris castan

ão disfarça o quão errado ele considera a sua idéia. - Mas creio que não seria o certo a se fazer ag

entalmente ao fazer um bico com meus lábios ao tirar meus olhos dos do professor de ensino médio que toda

e trinta e cinc

ndo ele sussurra tão

ontro, de traumas que te impedem de acreditar que você é um mulherão da porra que merece todo o amor do mundo, inclusive da sua familia. Ou você acha o

xingando de burra boca aberta que não conseguiu manter o próprio segredo escondido dele, que numa noite de bebedeira necessária para nós dois conseguiu arrancar de mim todos os segredos que eu guardava ness

orena e todo o restante da família por medo de sei lá o quê. - Como eu vou acreditar que sou um mulherão da porra sendo que todos os hom

u aos quase trinta e cinco anos não ter nenhum namorado para chamar de meu porque min

zo meu cenho, abrindo meus olhos e virando meu rosto na direção do seu quando ele corrige: - Não de te comer. Eca! De ser rebelde e dar pra ou

moto ecoa passando próximo ao carro em que estamos, me chamando atenção quando o estalo do retrovisor retrátil sendo empurrado contra o

loto à minha frente. Usando calça e sapatos sociais com uma camiseta de manga comprida da mesma c

ick

rala e postura que agora ele impõe enquanto desliza as mangas da sua camiseta para cima, reve

r dele nesse momento. É impossível não lembrar da noite em que nos vimos pela última vez e ELE confessou que tinha deixa

guardava pra que ele fosse o único homem a me tocar d

ou ao ponto de entender que na primeira e segunda vez que veio, eu ainda não estava pronta pra ele, mas que na terceira, na maldita última

a e me deixar quando eu mais precisava de

ndo pra cá. Reage

nha porta. Todo alto e imponente com o capacete passado no braço e o boné preto com detalhes em cinza, que

scão na cintura e só então olho para o meu agressor. - Ele é bonito?

e é lá que ele vai ficar. - eu r

passado vive voltan

xei de lidar com meus problemas e comecei a fugir deles, fazendo com que se tornassem uma grande bola d

querdo no segundo em que minha porta é aberta, me fazendo virar o rosto para olhar, e no meu campo de visão o que

Hu

ue tem em sua cabeça, os olhos azuis esverdeados tão escuros quanto estavam na última vez que nos vimos se fixando nos

é cov

dentro a mais de vinte minutos quando deveria estar l

eta ao ter minha ficha caindo para outra questão. - Com

ma tranquila, como se fosse algo normal, e eu arregalo meus olhos, buscando os de Heitor que parece t

r, acabo o parando no loiro de fios grisalhos que acaba de sair da igreja vestido num terno preto caro, seu olhar focando pro céu quando uma das suas mãos se ergue para o

faça te tirar a

ria capaz disso nesse momento. No fundo eu sei que ele seria, mas também não tenho c

me chamaria pelo nom

da esquina. Tudo bem? - falo com Heitor, ouvindo o som do sapato s

edo de te deixar pegar a estrada sozinha. - eu aceno, deixando um sorriso agradecido enfei

um bico, me sentindo grata por te

e como seu ex sempre me tratou no autódromo. Hoje ele fin

ntes, se inclinando para dentro do carro novamente no segundo

a cara com o outro, tão perto que sou capaz de sentir seu hálito com cheiro

estou

força o suficiente para deixar a marca dos seus dedos ali enquanto seu maxilar trava diante dos meus olhos, que

parar nos seus olhos esverdeados que estão escuros e sem brilho nenhum. Tão vazios q

, né? - Heitor fala atrás de mim e eu engulo a saliva quando os

inha cintura uma última vez antes de a soltar e se erguer me dando

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