Ân
ustados parando de jogar terra qua
o baixo por ajuda, os homens não quiseram o
ó enterrar, porque ela es
um pouco mais, o buraco vai encher de
o tivesse visível, eu tentei continuar pedin
a esta
invadindo meu corpo como se quisesse me engolir inteira. O ar era pesado, úmido, quase inexistente.
ó um corpo fraco, enterrado vivo numa cova que mais parecia um buraco que já estava cavado e el
água subir, molhando minha cintura, depois meu peit
escorria pela cova mal coberta. A água acumu
e o frio que pareci
nte...
das, distan
- um deles gritou. - Se ficarmos ma
e afastarem. El
da estava viva. E mesm
ra acima de mim, e a lama começou a descer pelas latera
fim
ha visão turva. A borda da cova s
os! - um ho
e meu corpo foi erguido por eles, me entr
vam enquanto tiravam os lençóis em volta d
mens fardados, armados, e uma figura imóvel... na cadeira de rodas, mes
arcado, não escondia a rigidez com que ele mantinha a p
ue eu esperava ver aqui, a última q
mo se tivesse me perfurando com raios, no mínimo o qu
era minha úl
tirou o blazer que estava vestido e colocou sobre o braço da cadeira m
udem a descer com segurança
am por um segundo
eu peito, com o corpo tremendo agressivamente, ele jogou o blazer em cima de minha c
de seu corpo contra o meu, era como se estivesse sendo puxad
o t
ele me
e só vinha as memorias do primeiro dia em que o encontre
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