or de Angela que franziu o cenho e
nas fraq
u turvo, len
distantes. G
ngela! Chama um médic
e suor, perfume barato e desespero. E
correndo até ela. - Meu Deu
os cerrados. Seus olhos estavam arregalados, mas sua vo
estivesse com medo. - Ela era uma ameaça, você viu as coisas que ela falou, se seu tio soubesse v
nto da boca, o vestido manchado. Rafael se a
comigo! Por favor meu amor... - ele ch
a
sussurrou, a voz engasgan
assina. - E agora precisamos pensar rápido,
você pode fazer isso com sua própria irmã. Com m
gar porque me descobriu, tem coisas demais em risco, não teve outro caminho,
r um médico, a polícia, alguém! - gritou
l? Quer perder tudo? Ela invadiu, caiu, bateu a cabeç
noiva... eu am
a isso parecer um acidente.
. Rafael soluçou, abraça
minha menina
do se deitou comigo, porque
assim enterrar ela e até mesmo a privar de te
sua mansão, você não cansa de contar isso, da primeira vez de vocês mesmo quando seu tio colocou ela para fora da mansão, vocês dois tiveram muitas histórias contraditó
e você
ar de nos dois, mas... se nos livrarmos e d
amos de no
e Rafael enrijeceu, ele soltou o corpo de Ângela no chão com cuidado, mesmo que qu
as pessoas de confiança e ningué
mesma calma, enquanto perguntavam por Ângela, ele apenas dizia que estava a procurando,
a entrada dos fundos daquele grande hotel e com a compra de alguns seguranças eles conseguiram entrar sem levantar suspeitas e seguir até o andar supe
o trovão abafava os sons
um buraco recém-cavado entre as árvores da flo
o como papel. A cada passo, o peso da culpa o esmagava. Quando os homens
ellen. - cuidem do resto, as pessoas podem estranha
iar o desaparecimentos de Ângela e dizer que
de seu corpo parecia ter causado algo inesperado, seu rosto descoberto suas pestanas piscaram enquanto ela
ltou u
Fraco. Quase
ud..
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