img Sob do domínio do demônio: Um romance Dark.  /  Capítulo 2 ♥ PRÓLOGO ♥ | 4.26%
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Capítulo 2 ♥ PRÓLOGO ♥

Palavras: 1460    |    Lançado em: 17/06/2024

zonte Dourad

lia

a de novo. Me levantei apressada, reunindo os meus pertences enquanto uma mistura de raiva e preocupação borbulhava dentro de mim.

Sempre perco o maldito ônibus! Por que tenho qu

gava baixinho a mim mesma por ser tão idiota enquanto pensava nos relatos recentes de assaltos e violência que assombram as ruas de Zefíria. Não

ntir segura nest

dentro de meu casaco, amaldiçoando minha própria idiotice por ter ficado bem focada nos meu

pegava ir embora.. Sabia que não havia tempo para alc

até em casa novamente. Soltei um suspiro pesado, comecei a traçar meu caminho pelas ruas escuras de Zefíria, senti o meu cora

eve fazer, nunca abaixe a

im. Meu estômago deu um nó de nervosismo enquanto eu observava o carro se aproximando, e então, com um t

licial gritou, sua voz carr

rápido enquanto eu me aproximava da parede. Ele saiu do carro

a tão tarde? - Ele perguntou,

aculdade que faço parte, senhor. Eu só quero chegar logo em casa. - Respond

o drogas nas bolsas das pessoas e levando elas presas. Eu r

das minhas palavras. Com um movimento brusco, ele arrancou min

seus pertences. - Engoli seco, sentindo que algo de ruim ir

ele, enquanto verifi

do um pequeno pacote de maconha da mi

ram de choque enquanto

ndo percebi o que ele havia feito. E

i parar na minha mochila! - Implorei, minhas palavras saindo em

fez isso

um olhar cético, seus lábios

za, ignorando completamente meu apelo. - Você está ind

uma lâmina afiada. Enquanto éramos levados para a delegacia, estou muito assustada, frustrada e impotente diante da injustiça br

*

utalmente para fora da viatura policial. O policial segurou o

rosnou, me empurrando em direção à en

o ritmo acelerado do policial. Meu coração batia forte em meu pe

orei, minhas palavras sendo abafadas pelo bar

nduzia para dentro da delegacia. O Centro de Polícia do Horizonte se ergui

njustiça da situação. Eu não pertencia a esse lugar, não merecia ser tratada como uma criminosa. Mas, ape

elando no peito enquanto eu olhava ao redor, me sentindo cercada por autoridade e desesp

om maconha na mochila. - Ele diss

ação afundando ainda mais quando

ndo em uma mistura desesperada de medo e desespero. - Foi o policial, ele que colocou

m frio e cortante ecoou no s

le disse, sua voz dura e implacável. - Muitos dize

frustração e injustiça. Eu sabia que não tinha como provar minha inoc

mão, o delegado de

Horizonte. Assim ela aprenderá su

cial, e o desespero tomou conta de mim. Grito, implorando com toda

inhas palavras saíram em um soluço de des

cortante como uma lâmina afiada pe

não deveria ter cometido esse cri

sendo arrastada brutalmente em direção ao meu destino sombrio. Eu sabia o que me esperava naquela prisã

erno. Eu sabia que uma vez lá dentro, não havia esperança, não havia justiça. Era o lugar onde

ensação de desamparo me envolveu como uma mortalha, anuncia

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