img A Suprema Alfa  /  Capítulo 2 Minha Kamilla | 3.08%
Baixar App Lera
Histórico

Capítulo 2 Minha Kamilla

Palavras: 2485    |    Lançado em: 20/06/2023

Todos os dias sempre a mesma coisa: acordo antes de anoitecer, varro, limpo,

suficiente, ele sempre quer mais! Exige mais! Às vezes exige quando me obriga a ir para o "nosso quarto" ou quando me pega no meio de algum lugar para me penetrar como bem entender e q

vida, aos 18 anos, assim que fui raptada e forçada a ser escrava, me enfureci. Não aceitava ter um filho fruto de um

ã

o n

ac

ilho

al ao pai! Vai ser

de uma criança igual a um demônio saindo de d

ã

ilho

omeçava a dize

morr

ia era a mesma coisa,

me estra

a pegar no sono o

ilho

aparecia no lugar da Deusa? Lúcius. Queria meu corpo, me queria, se não

saudável e ser forte

acho encontrei uma planta boa para regular a menstruação e causar aborto, peguei a água do rio em uma tigela deixada por alguma escrava que buscava água para alimentos e fiz u

castanho-claros assim como ele, eu iria matá-la, daria um fim misericordioso. Então ela veio ao mundo: Kamilla era tão branca quanto ele, mas era só isso. Seus olhos eram avermelhados como o meu e o cabelo é um vermelho ruivo, quase loiro, mesmo assim é ru

com outros filhotes e somente alguns dias que ela poderia dormir comigo, assim eu não conseguiria ir embora. E par

................

eze a

10 anos de idade, estava pendurada em cima de uma árvore que tinha atrás do quintal

sa. – Falo quase chorando com medo de apanhar daquele cabo de

í ou eu vou s

m era um lobisomem e tinha a audição apurada. O velho rosnou e começou a subir, no desespero, segurei um galho com as d

eu vou quebrar esse c

de um tronco de árvore que, para min

a, eu fiquei lá dentro algum tempo até a fera se acalmar e quando voltei pra casa, toda assa

mar um banho

ra? Pega ela! É melh

ava) – Falei de cabeça baixa enquant

precisa de bastante alimento para poder gastar sua energia. – Ele me entrega o prato e quando percebe que ainda estou de cabeça baixa por me sentir culpada pela mesa, faz cócegas na minha axila. Eram assim

.................

lmen

notícias dela, só isso... – O ad

eu deixo você ver ela. – Ele responde

lição, já fui castigada. – Respondo olhando naqueles olhos d

o mesmo jeito. – Tenho vontade de revirar os olhos com isso, mas pe

illa? Eu apenas agi por impulso, mas vou me controlar, prometo. – Digo isso co

s segundos me solta. – Tudo bem, pode ir vê-la. – Então se levanta da cama e come

de alegria! Vou

ésticos da casa enquanto cuida do filho e o pai caça e toma de conta dos serviços mais pesados, também se responsabiliza pela proteção da família. As escravas servem apenas para ajudar caso for necessário, e isso só pode depois que o macho avalia a escrava, então ela é

família e mostrando toda sua dominância para protegê-la me dava uma pontada de inveja por saber que minha filha e eu nunca teremos isso, ou tris

literalmente, em imaginar o Lúcius fazendo essas coisas de pai e marido. Me

e pula em cima de mim, agarra as perninhas nas minhas costas e as mãos no meu pescoço

com um sorriso no rosto e depois a analiso

uma matilha de soldados há dois anos. Não conheço seu passado, mas desde que a conheci, ela cuida da Kamilla enquanto eu fico ausente, já que a menina só tem a mim para cuidá-la. A escrava humana também é quem divide o quarto comigo e

a, mas tento manter a calma. A mulher entende o que qu

ncando. – Consigo relaxar, os pais da pirralha que eu meti m

á sujo, vamos trocá-lo? – Olho pa

so quarto que parece mais uma pequena prisão, era cinza, duas camas de solteiro, duas pias para cada, duas pequenas cômodas de madeira e nada dividindo entre as camas para que tenhamos privaci

unto com a voz baixa e sentada na cama enquanto

alimento, tenho certeza de que o objetivo principal não era esse. – Me estremeci quando ouvi esse nome, a Luna, ela

inar, respiro fundo para não deixar com que as emoções atrapalhem minha razão, e foco o olhar em Kamilla que está joga

a de bagunçar o quarto e já pede desculpa e finge arrumar tu

com seus gritinhos que meu ouvido de loba é mais sensível

ho de pele que a humana fez, colorido para uma criança, cheio de vida,

– Olhei para Maria Elena confusa. Ela começou a sorrir b

i ainda confusa, mas conheço a filha

a... – Disse em voz baixa com a cara d

ta? – Isso tá me cheirando mal, e

inua com a cabeça baixa, parece um cachor

a erva para caganeir

ebochada! Menina debochada

m, Kamilla! – Uso

caganela. – Não aguentei. Começamos a rir e elas foram me contar os detalhes da pirralh

se de riso de nós três e pega no meu braço para que eu incline

.. – Olho para ela com os olhos arregalados, enqu

as... - a voz não

s que eu finalme

Baixar App Lera
icon APP STORE
icon GOOGLE PLAY