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Meu fruto proibido!

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Capítulo 1 Tentando salvar o casamento!

Palavras: 1743    |    Lançado em: 25/03/2022

- Si

.. mas abriu mão da profissão pra se casar aos 18 anos, e atualmente trabalha de recepcionista em uma agência de v

tecnologia da informação na faculdade e trabalha em uma grande Empresa Tecnológica

salvar o

e que fica localizado dentro de uma grande galeria no centro da cidade ... é um lugar amp

tenção em nada e nem em ninguém, o dia também estava tranquilo e não tinha muito movimento, e por isso Cristina podia se da

ar do tempo o casamento vira

casamento havi

ele dia e não encontrou nenhuma resposta... mas só sabi

chava que o seu casamento já havia se tornando rotina, e por isso sentia-se infe

r se casado cedo por que se caso

aquele homem por que

paixão e aquele calor que sentia antes: ...antes seu marido a elogiava mais, a beijava

var seu casamento, conversar com ele talvez! Teria

u casamento! pen

lular na mão assim como qualque

sociais e vendo vídeos, assistindo séries e

com o celular do lado,

ela internet, por trabalhar ali naquela agência de viagen

..

ápido não dando tempo de

seria em outro dia - Pensou Cristina pegando sua bol

.

um livro na mão, bebendo uma xícara de café. Ele estava concentrado em sua leitura com

os escuros e lisos, olhos castanhos e pele clara, com

as pálpebras baixadas e cílio

olhos e notou-

erida j

se Cris sorrindo e indo em direção a

eto dos drones e os chips, todos foram conclu

l com um ar d

empresa Tecnológica conhecida em jogos , des

inteligente! E ela o achava muito gentil e com

os dizerem: Que era uma mulher de

ima dos óculos e isso fez

sa ? Se quiser vou fazer! - ela per

i no restaurante dentro da empre

na verdade estou toda dolorida hoje

e você não está gripada? Vai lá tomar u

mo que eu pr

para o quarto, e depois entrou no

olha-lo, em seguida entrou com o corpo todo se afundando na água quent

os nós da tensão se desfazerem, e ela fechou os olhos

dormir a

cebeu que Paul estava do lado da banheira olhando-

e perturbar", pen

esejo?" censurou-se por aquele pensamento. A última coi

hor querida? - a voz g

- respondeu controlando a vo

estava tão indiferente assim, mas poderia ter sido só uma impressão, pois ele saiu do banheiro sem falar m

eça e seus cabelos sedosos e lisos caiu

hos azuis estavam brilhantes, a

rido seria em vão ? Será que aquela noite conseguiria se

so sobre o corpo, sentindo o perfume agradá

sultado para que se

o para a sala continuando a sua leitura, de

tirou os óculos, colocando ambos sobre a mesa de centro. Os olhos castanhos com um br

lhar dele e baixou os olhos, mas depois repr

passou o braço em torno del

os seus lábios descer sobre os dela. E sorriu por den

os lábios abriram-se pela expe

ela correspondeu com paixão. Sua língua entrando na boca dele explorando,

por seu corpo: Trêmula desabotoou a sua camisa, precisava sentir

erta, e Cristina sentia a boca secar ao ver

ios, lambeu o bico do seio e rodeou todo com a língua, fazendo ela arquear o corpo, para que ele pudesse continuar e aprofundar aquele prazer

em um frenes

do celular de Pau, e ele praguejando se afastou p

e a empresa para ele ligar a essa hora. -disse ele soando irritaç

provavelmente sério com o amigo, mas que ela não entendia nada

algumas vezes... e parecia que era um cara legal, mas ele

m jogado um "balde de água fria" e Cristina v

car com sono mas cansada de esperar por

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