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Capítulo 4 Separação

Palavras: 1890    |    Lançado em: 13/02/2022

algo errado na expressão do meu pai, acredito que minha mãe também tinha percebido, pois e

stava satisfeito, e a situação piorou quando minha mãe descobriu que estava grávida. Ela parecia feliz, estava animada, a ouvi dizendo que dessa vez desejava que fos

irritado. Ele estava culpando minha mãe po

m tempo depois que ela voltou, não que eles tivessem se reconciliado, mas minha mãe passou a ignorá-lo, mal se falavam, até que um dia qu

mais? - Perguntei apenas pa

buscasse a melhor maneira de me dar uma notícia que

nos seus olhos e a toque

pois eu mesmo não estava surpreso e sequer me importava

ecia. - Com você e seu irmão, ou irmã! - E abriu um leve sorriso. Apesar da amargura, do ressenti

mas não subiu no nosso apartamento, esperou que eu desces

omo se sentisse culpado, como se aquil

quilamente e continuei s

o, então acho que nós podemos conve

as diversas guloseimas que eu havia

e nós passamos por uma situação delicada e p

alei ainda i

saiba que nada

om, se fosse isso tudo bem, minha mãe com certeza daria. No mais, eu não via que falta ele poderia fazer na minha vida, e sinceramente não estava me importando, a não ser pelo fato de que a min

expressão. Naquele dia, elas fizeram as nossas malas e nós fomos com minha tia para a

cola, falta pouco para entrar

uma expressão sempre cansada, comecei a reparar que ela nunca comia, até que um dia desmaiou. Nós estávamos sozinhos e eu me desesperei, lembro-me da angústia que senti, sem fazer ideia de como deve

está caída no chão, ela

acordada, mas ainda fraca, ele correu com

ocê! - Meu pai disse saindo às pressas e me deixou sozinho em casa. De fato não fiz nada, não que eu fosse obediente, mas estava apav

meu primo, Cristiano. Os dois ficaram comigo no aparta

uerido, vamos arrumar suas coisas e você vai com a g

a mãe! - Falei desesperado e minha tia

ai ficar bem. - Tia Anelise tentava demonstrar que

odiar a fazenda, mas porque era longe. Como eu poderia deixar minha m

pital, para que ele pudesse ficar comigo em casa e assim foi feito, mas ao contrário do que eu imaginava, não ficamos no nosso apartamento, ele

cretária do meu pai, sempre que ele me levava para o trabalho a via,

é do meu pai? - Fui tão direto, tão

ielly é minha nova esposa. - Ele inte

le momento, e daquela mulher que havia tirado

mbros. Olhei para minha bolsa no chão, em seguida olhei para a porta do apartamento e d

um rapazinho, preci

para as explicações do meu pai, mas

Lise me buscar? - Ped

e você não quisesse ir.

r aqui com essa mul

... - Ele iniciou um sermão

se. - Vou aguardar lá dent

ensava, "Querendo se

rá que respeitar

e eu vinha acumulando transbordou naquele exato momento. - Eu odeio você! Você faz a minha mãe sofrer, aban

assando dos limites!

a minha mãe! - Gritei. - Eu te ode

meu pai, sua amante apareceu

to, não insista ni

no apartamento que era nosso. Eu me tranquei no meu quarto e não falei com ele pelo resto do dia, o traste não sabia cozinhar obviamente, era minha mãe quem fazia

do almoço e eu tinha tomado apenas um copo de leite escondido na madrugada anterior, quando

raços dela, a abracei com carinho, g

não se preocupe! - Ela dizi

berto! - Eu disse sem se

om o seu pai? - Minha mãe me olhou e

ele tem outra família

nado grávida para ficar com a outra que também estava grávida. Mamãe estava sofrendo em silêncio, tentando me poupar, e em momento algum me colocou cont

m problema que ele próprio criou, foi embora e não se preocupou mais em me procurar. Eu

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