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Histórico

Capítulo 3 O segredo

Palavras: 1889    |    Lançado em: 13/02/2022

m a notícia de que precisava viajar a trabalho. Minha mãe acreditou, não seria a primeira vez, e eu me perguntava se das outras vezes tam

vezes parecia mais que estava tentando descobrir se eu havia contado algo, sempre pedia para

ou. Lembro-me perfeitamente de seu tom de voz

diatamente, já sabendo

de uma forma estranha com seu pai,

al ela ficaria? Não conseguia tomar uma decisão, me senti mal por estar traindo a conf

Garanti, repri

a estava mexendo com a minha cabeça cada dia mais, eu imaginava que se ela descobrisse de outra forma e soubesse que eu já sabia, ia m

minha mãe para conversar, até encaminhado para uma psicóloga fui na época, e me perguntava se poderia me abrir com aquela estranha. No fundo e

lguma coisa, em sua cabeça eu era apenas uma criança apresentando transtornos psicológicos. Então ele voltou ao normal, voltou a se afastar, parou de tentar fingir que me queria por perto, e da mesma forma, voltou a

nível nos finais de semana. Minha mãe estava desconfiada, finalmente. Eu me perguntava o que aconteceria se ela descobrisse, eu tinha amigos com pais separados, não parecia ser tão ruim assim, até porque, a presença do meu pai não fazia diferen

eu pai saia de casa e dormia fora, enquanto minha mãe permanecia chorando. Lembro-me que em uma dessas discussões ouvi a palavra divórcio sair da boca do meu pai, e pior do que isso, foi ouvir minha mãe suplicando para qu

ionava com as outras crianças, não conseguia prestar atenção nas aulas e inutilmente as professoras continuavam insistindo em atormentar a minha mãe, que permanecia ten

do e escuro, então pulei logo atrás dela tentando encontrá-la. Naquele dia acordei gritando na madrugada, um grito de pavor, meus pais entraram correndo em meu quarto, tent

amava, mas se sentou ao meu lado e me abraçou, me acolhendo num ato protetor que jamais ha

la estava chorando. Que motivos minha mãe tinha para chorar? Eu me perguntava

upliquei, só queria que ela não me odiasse por minha traiç

nfusa, mas no olhar do meu pai não havia

m covarde!

ãe parecia preocupada com a minha sani

chorar. Naquele momento não entendi o porquê, meus pais se entreo

le enxugou suas próprias lágrimas, olhando fixamente em meus olhos. - Me perdoa, filho... Eu sei que errei com você! Não se culpe dessa forma, você não vai entender agora, mas

condendo meu rosto em minhas mãos, imaginei que ele se chocaria c

. - Falou tra

sim estava com ele. Meu pai pareceu perceber a confusão que assolou a minha mente naquele momento, e

onteça, você sempre será nosso filho, amado por nós dois

fixamente. - Nunca me amou,

ao encontro da minha mãe que estava na sala de cabeça baixa, chorando silenciosamente. Ela er

vai ficar bem! - Disse enquanto

ãe, quando acordei na manhã seguinte, já estava em minha cama. Olhei no rádio relógio que ficava em cima da cômoda e vi que tinha perdido a hora da escola, minha mãe não havia me chamado, me deixou descansar. Me levantei ainda sonolento indo na direção

as que motivo teria para estar chorando de felicidade? Entendi melhor quando meu pai a abraçou, aquilo não era a muito tempo algo normal de se ver. "Eles estão fazendo as pazes?" Pensei

?! - Minha mãe disse, aguard

nge, com uma expressão aparentemente des

chance de que fizessem as pazes, por que eu não poderia perdoar também? Meu pai abriu os braços e

s minhas palavras na noite anterior o ma

pai não foi trabalhar. Naquele dia, experimentei a sensação do que deveria ser uma família de verdade, mas no dia

ergo que ele tentou voltar atrás na sua atitude e salvar a nossa família, mas que aq

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