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Capítulo 5 Vamos contar com a sorte

Palavras: 1729    |    Lançado em: 10/11/2021

da de volta para a cozinha. Ele pegou a toalha

ras e já está fazendo bagun

achado engraçado. Mas eu estava bastante confusa com relaç

minhas desculpas... Po

perguntei in

ida? – a afirmação saiu

o vai aco

? – ele riu nervosamente, passando

ecer normal e nem passou pela minha cabeça que você pudesse perceber... Mas então houve o sangramento. Você confirmou que eu nunca havia estado com outro homem...

ou por um te

e, embora também não me passou pela cabeça que

sim? – perguntei, sem de

nte. – Foi... Ótimo. – ele suspirou e disse: - Acho

ais nada seco

. Depois de um tempo voltou com uma mala e abriu,

stá partindo. – af

Como eu h

ava na altura das minhas coxas. E o mundo poderia se acabar amanhã, como sempre dizia Martina. E eu faria amor novamente com aquele estranho arrogante, misterioso e ao mesmo tempo doce. Eu sabi

até minha mochila e peguei meu celular. Ele sequer ligou. Acho que havia estragado com a chuva. Sent

com seu aparelho?

sse jogando el

o atentamente meu corpo vestindo sua camis

ele que eu não era uma garota... Eu era uma mulher. Ele ha

e pegar um resfriado,

rfeito, me deixando com a respiração acelerada ao olhá-lo novamente d

s são? – p

da meia

amente que h

e

e preocupar

nome daquele homem. Eu não queria procurar desesperadamente por ele quando partisse da minha vida. Queria somente lembrar como o estranho mais lindo e perfeito que passou por ela, fazendo com que eu fizesse tudo de que fugi o te

stá ótimo. –

ro. – ele se gabou. – E

inha opinião dep

u prato. Ele fez macarrão com alguns legumes e um molh

se e se ser

nhará ainda melhor?

inária fora do reino... E penso em

ouça falar de voc

m. – ele disse

frescos esperando por mim, quando m

ntes de saborear a comida. Eu detestava bebida alcoólica, mas aquele vi

sca. Provavelmente quando a empregada viesse limpar a casa na segunda, usaria ou levaria

ão e estava absolu

seu prato. – confe

riga

r sorte... De ter um

ue não. – ele di

namorada? –

e enc

chamando d

eve

e se tivesse alguém na minha vida,

tendo mais forte. Ol

tido uma primei

iu sedut

vilegiado por ter

ida tentando manter o silêncio para não s

nte tem medo do esc

tive. Não durm

e você

o... Não s

er com medo de escuro. –

a conh

e anda no meio da rua sem ilumin

errado. Fui

cido, não é mesmo? – ele disse piscando, fi

prato e coloquei na pia. – Já que v

recisa fazer

casa. Eu acho que faço isso b

seu corpo junto ao meu e pegou o prato da minha mão, colo

az só isso bem... Na verdade, eu po

a e subiu lentamente, percebend

, você está

oite mais feliz e louca de toda a minha vida. Aquele estranho era lindo e estava de partida. Ele não me cobraria nada. Não ficaria atrás de mim. Ninguém precisaria saber o que aconteceu, a não ser eu e ele. O estranho me pegou no colo

o? Afinal, não podemos cont

. Antes que ele voltasse, a luz apagou-se por toda a casa novamente. Eu senti medo, mas e

Estou aqui com você.

sentimentalmente... Mesmo sentindo que eu já estava entregue desde o momento em que o beijei pela primeira vez naquela noite. Embora eu tentasse ficar tranquila e

orpo dele e lhe dar prazer da mesma forma que ele me fez sentir. E assim eu me entreguei completamente ao momento de prazer e descoberta que ele me mostrava com hab

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