img Nas Frias tardes de outono  /  Capítulo 4 A única verdade é que eu tive vontade | 4.40%
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Capítulo 4 A única verdade é que eu tive vontade

Palavras: 2423    |    Lançado em: 10/11/2021

pegou uma panela, começan

zinhar? – pergun

– ele

lta, observando o que

cozinhar?

ra mim a comida é c

o junto de um grito. Logo a luz apagou, ficando tudo escuro. Senti meu coração saltar para fora do peito. As cham

bem c

baixa. – Eu... Detesto

rei o jantar. – ele di

á tudo bem. – dei de ombros a

ele homem não pensasse que eu estava literalmente me jogando para cima dele, pois eu só tinha medo... Muit

conchegando a ele. Ele tinha um cheiro incrivelmen

mendo. – ele obser

ente tenho me

uela estrada, sozin

o antes de cair a noite... A chuva atra

amente àquele beijo envolvente e enlouquecedor. No início tentei não corresponder ao beijo, mas quando percebi estava completamente focada em sentir a língua dele dentro da minha boca, consumindo meus lábios com sofreguidão. Jamais eu havia recebido um beijo como aquele na minha vida. Ele era um homem experiente, diferente de todos os garotos que já haviam me tocado. Coloquei minhas mãos na cabeça dele, sentindo seus cabelos finos em minhas mãos, pressionando-o com mais

que jamais tive em toda a minha vida. Se o ato final do sexo era melhor que aquilo, eu acho que não suportaria e morreria de prazer. Como fiquei tanto tempo sem sentir aquelas sensações que meu corpo podia produzir ao simples toque de um homem? Arqueei meu corpo para trás, deixando que ele sua língua e suas mãos brincassem por todo meu corpo. De repente ele parou. Eu não o enxergava na escuridão. Estava completamente nua na cozinha de um estranho. Ele me pegou no colo como seu eu não pesasse nada e me levou pela sala, subindo a escada com meu corpo agarrado ao dele, gentilmente me carregando. Abriu a porta e me pousou sobre a cama macia. Ele deitou-se sobre mim e voltou a me beijar diferente da forma como me beijou antes. Eu senti menos voracidade... Ele estava mais lento, saboreando meus lábios com mais tranquilidade. Eu comecei a desabotoar sua camisa sem pressa. Eu não era habilidosa nestas questões, mas ao mesmo tempo não queria que ele pensasse que era minha primeira vez. Sim... Eu estava decidida a me entregar àquele estranho e perder minha virgindade naquela noite louca e de puro prazer. Ele largou meus lábios e abriu a própria camisa com força. Eu não pude ver, mas tive quase certeza de que rasgou. Ra

minha. Deus, o que tinha sido aquilo? Será que poderíamos repetir? Viramos nossos r

ue fo

ez com um homem completamente estranho, que eu havia conhecido a pouco mais de uma hora atrás. Eu, Megan Miller, a garo

ocê? – eu

atropelou. – e

atropelou... – meu corpo e

inha bochecha, fazendo

l seu

Me

Meg. Acho que agora eu já po

ser...

nte o que fazer ou falar. Era completamente inexperiente e não queri

erguntou levantando e apontand

do, me dirigindo até a porta do banheiro. S

disto? Como eu havia sido idiota! Coloquei minha cabeça debaixo da água, tentando não deixar aquele deslize sobressair-se ao momento maravilhoso que eu havia vivenciado. Depois eu me preocuparia com isso.

ra virge

co e corei. Não acredito que aquilo acontec

e você tem? – ele pergun

z fraca. – Acha que com 18 an

gindade. Mas e daí? Por que ele se preocupava com a

té a porta do quarto, vol

nos que você usa

ro que eu não usava... Por que u

mãos sobre o

não usa...

. – confessei en

alguém mandou você... E que i

á falando... – eu disse confusa

róximo de mim no

or

i do que você

entregou a mim? Vo

eria inventar um milhão de coisas para você

ou com os ol

você, pode me levar embora agora. – eu disse sentindo vontade de chorar, mas respiran

Observei o corpo dele desnudo, usando somente a calça. Quase tive vontade de tirar a roupa dele

as? – perguntei num fio de voz,

eu me senti ainda mais indefesa com aquele gesto dele e c

esculp

ro ir embor

do... Não é seguro sairmos nestas estradas horríveis de N

onhecido. Eu só preciso das minhas pernas.

de mim. Peguei minhas roupas jogadas no chão da cozinha e as vesti rapidamente.

cere privado agora? –

eixar você

xatamente isso que voc

. Não quis ser gr

diga fará com que

mochila? – ele perg

porta, abrindo-a e saindo sem olhar para trás. Chovia muito e estava realmente escuro demais n

saindo pela estrada. Em pouco tempo ele esta

voltar agor

er brincadeira. Aquela é a

pegou no colo e me colocou sobre

vou gritar. E dizer que

. – ele disse. – Eu realmente

quei com frio. Aquele homem era forte e habilidoso e em poucos minutos eu já est

azer o

estou c

so que me di

etei. – Por que você fez isso? E depois

não sou culpado. Isso foi... S

r de forma alguma imatura para aquele home

ão avisar sobre

ervativo. – ele falou. – Venha, v

ente encharcado. Se ele não quisesse, não preci

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