e vista
mas as palavr
Como se tivesse todo o tempo do mundo - ou como se tivesse aprendido, m
da, o ancião e todos
ito - su
o daquelas palavras, mas o ancião assentiu
o está
eu estav
guns pareciam surpresos, outros, satisfeitos. Havia ainda os que av
huma voz se ergu
Aquilo não era algo que a família Cress tinha feito comigo. Minha vida sempre tinha sido as
nguém para culpar. Isso só as t
e virou
Ve
a andar, e eu o segui. Seguir era o que eu sabia f
rdas em cada canto. Todos me observavam passar enquanto eu mantinha a cabeça baixa e os ombros encolhidos
Eu tinha passado tempo demais aprendendo a desaparecer
antivemos a mesma distância durante todo o trajeto: ele à frente, eu três p
ior do que qualquer cômodo em que
scuras. A lareira lançava reflexos alaranjados sobre o piso de pedra, mas as paredes nuas continu
outro lado, havia um guarda-roupa mais alto do que eu. Tudo parecia caro: as peles sobre
nha pisado
conhecido o frio, a fome ou o peso de uma mão erguida. Baixei os olho
ela porta - disse Kaelen, ap
sa
huma expectativa.
E um homem que tinha me levado até ali sem se vi
nda vestida de branco e agora ofi
havia algo mais pesado: um cansaço entranhado nos ossos. Estava cansada de me e
nha preparado durante a cerimônia, antecipando o que eu poderia p
tinha preparad
olveu como um cobertor. Fechei os olhos e, pela prim
Frio e familiar contra a pele, o amuleto era a única cons
mãe voltou à
de ilusão antes do se
esperar. Depois de quinze anos, ma
a quente, e eu e
rtencesse apenas a mim. Uma chance de me sentir eu mesma, sem o
rente por ci
quinze anos, tirei o
pedra no centro, porém, parecia mais opaca do que eu lembrava, como se tirá-lo tives
minha cabeça, fraca e distante, quase decepcio
era apenas um efeito da luz. Uma
s para a água e vi m
aquele rosto existia. Os olhos eram brilhantes, a pele, lisa, e os lábios p
ncarei aquela garota, e ela me encarou d
ra b
tinha
a no lugar da aparência opaca e áspera que o amuleto tinha mostrado ao mundo durante qu
tinha me dado - e que depois tinh
a me reconh
e usar um vestido branco que não cheirava a batatas e madeira velha? Talvez risse. Talvez chor
nti as batidas firmes sob ela. Eram minhas. A
Era disso que ela gost
ue me observava? Será que sabia
, mais do que eu precisava respirar, sentir calor ou conhecer aquele rosto
toda a sobrevivência - aqueles quinze anos de água
suportar essa ver
unca con
se viva como uma mulher s
ha me obrigado a usar o amuleto. Meu rosto se parecia com
riam me destruído muito tempo atrás. Um de
am acabad
obas como elas, a bele
sentença
e. Mais livre. Como se tivesse passado quinze anos sem
d: gordura, madeira velha, frio e anos de abandono. Enquanto a água turva rodopi
roubado e imprudente, m
a coisa cai
to o vapor se enroscava no ar. Levei a mão ao pescoço
tinha des
brado a única regra que minha mãe tinha me dado.
s antes
e estivesse ali tinha parado de se mover - talv
eu tivesse medo de que ouv
sei me
trêmulo de um rosto que ninguém tinha ti
cie, além das ondulações da
a. Im
soleira
rto havia mais tempo
izesse em seguida, faria com
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