img A Luna Oculta do Vale de Blackmoor  /  Capítulo 6 Seis | 2.18%
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Capítulo 6 Seis

Palavras: 1620    |    Lançado em: 05/11/2026

e vista

mas as palavr

Como se tivesse todo o tempo do mundo - ou como se tivesse aprendido, m

da, o ancião e todos

ito - su

o daquelas palavras, mas o ancião assentiu

o está

eu estav

guns pareciam surpresos, outros, satisfeitos. Havia ainda os que av

huma voz se ergu

Aquilo não era algo que a família Cress tinha feito comigo. Minha vida sempre tinha sido as

nguém para culpar. Isso só as t

e virou

Ve

a andar, e eu o segui. Seguir era o que eu sabia f

rdas em cada canto. Todos me observavam passar enquanto eu mantinha a cabeça baixa e os ombros encolhidos

Eu tinha passado tempo demais aprendendo a desaparecer

antivemos a mesma distância durante todo o trajeto: ele à frente, eu três p

ior do que qualquer cômodo em que

scuras. A lareira lançava reflexos alaranjados sobre o piso de pedra, mas as paredes nuas continu

outro lado, havia um guarda-roupa mais alto do que eu. Tudo parecia caro: as peles sobre

nha pisado

conhecido o frio, a fome ou o peso de uma mão erguida. Baixei os olho

ela porta - disse Kaelen, ap

sa

huma expectativa.

E um homem que tinha me levado até ali sem se vi

nda vestida de branco e agora ofi

havia algo mais pesado: um cansaço entranhado nos ossos. Estava cansada de me e

nha preparado durante a cerimônia, antecipando o que eu poderia p

tinha preparad

olveu como um cobertor. Fechei os olhos e, pela prim

Frio e familiar contra a pele, o amuleto era a única cons

mãe voltou à

de ilusão antes do se

esperar. Depois de quinze anos, ma

a quente, e eu e

rtencesse apenas a mim. Uma chance de me sentir eu mesma, sem o

rente por ci

quinze anos, tirei o

pedra no centro, porém, parecia mais opaca do que eu lembrava, como se tirá-lo tives

minha cabeça, fraca e distante, quase decepcio

era apenas um efeito da luz. Uma

s para a água e vi m

aquele rosto existia. Os olhos eram brilhantes, a pele, lisa, e os lábios p

ncarei aquela garota, e ela me encarou d

ra b

tinha

a no lugar da aparência opaca e áspera que o amuleto tinha mostrado ao mundo durante qu

tinha me dado - e que depois tinh

a me reconh

e usar um vestido branco que não cheirava a batatas e madeira velha? Talvez risse. Talvez chor

nti as batidas firmes sob ela. Eram minhas. A

Era disso que ela gost

ue me observava? Será que sabia

, mais do que eu precisava respirar, sentir calor ou conhecer aquele rosto

toda a sobrevivência - aqueles quinze anos de água

suportar essa ver

unca con

se viva como uma mulher s

ha me obrigado a usar o amuleto. Meu rosto se parecia com

riam me destruído muito tempo atrás. Um de

am acabad

obas como elas, a bele

sentença

e. Mais livre. Como se tivesse passado quinze anos sem

d: gordura, madeira velha, frio e anos de abandono. Enquanto a água turva rodopi

roubado e imprudente, m

a coisa cai

to o vapor se enroscava no ar. Levei a mão ao pescoço

tinha des

brado a única regra que minha mãe tinha me dado.

s antes

e estivesse ali tinha parado de se mover - talv

eu tivesse medo de que ouv

sei me

trêmulo de um rosto que ninguém tinha ti

cie, além das ondulações da

a. Im

soleira

rto havia mais tempo

izesse em seguida, faria com

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