img A Luna Oculta do Vale de Blackmoor  /  Capítulo 5 Cinco | 1.82%
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Histórico

Capítulo 5 Cinco

Palavras: 1420    |    Lançado em: 05/11/2026

e vista

eci pelo silêncio. Em Cresswood, falar chamava atenção. E at

ores desconhecidos, passando por portas

gua fumegante. Antes mesmo que eu pudesse reparar em qualquer outra

va

or viajante atravessou as terras da alcateia e o perfume de um sabonete escapou debaixo da

orém, era

perfume.

ilo era

se a mulher. - Vou p

s até a gola

amente piedade. Talvez fosse reconhecimento, como se já tivesse vi

icou ela, com voz firme e tranquila. - Sua aparênc

ãe junto à pele. A corrente de prata estava fria como sempre. Era a única coisa

Colocou um vestido branco sobre

e precisar de um momento a sós. Só olhavam para mim quando alguma coisa precisava s

o o calor tocou minha pele. Não por dor, mas

nha as feridas sempre abertas. Aos poucos, meus músculos relaxaram, como laços de

ágil instante, es

naquela noite, eu me to

E, por mais gentil que fosse o abraço

ito diferente das elaboradas camadas de seda e renda de Celeste, que provavelmen

aquele vestid

ra

de: não uma peça usada por outra pe

om movimentos longos e lentos. Não pergunt

não fez perg

á pronta -

meu olhar. Olhos opacos. Cabelos castanhos que continuavam secos e sem vida,

uava mostrando ao mundo apenas a versão de m

ar escondido

as para meu vigé

ze anos. Certamente consegu

cordar e todas as noites antes de

dois

s dois

nas esses dois dias,

ônia fo

e de

opósito, como se ninguém tivesse se importado o bastante para torná-lo bonito. Tochas ardiam em suportes de ferro ao

s que tinham comparecid

ang e membros da alcateia que olhariam para mim p

go que ainda não tinham decidido se deveriam teme

iada

ada que tinha quei

em eles conse

diante deles usando um vestido branco que

ntos voltados para outro lugar. Estava imóvel, perfeitamente equilibrado, como

estes dele eram antigas e pesadas, bordadas com símbolos que eu não reconhecia. Entre nós, uma chama sagrada ardia den

diante do corpo par

a cozinha. As panelas. A água cinzenta. A gordura que

m carne viva, eu agora vestia branco e me casava com um homem cuj

uilo par

a mão de Kaele

o dorso da minha mão por menos de

como um fósforo aceso

que quase tinha se esquecido de que um toque podia ser gentil. Eu nã

nuou, mas meus pensam

me da mi

f

de cinzas e com os olhos vermelhos, enquanto ela c

eria es

e vestiria e escovaria meu cabelo. Ela sussurraria: "Você é linda", e haveria verdad

estava

sem

gurei as lágrimas. Não daria a ninguém naquele salão, nem àqu

s do ancião me arran

mil moedas de prata será transferida par

mago se

moedas de prata

ixado passar fome, trancado, esp

me oferecera uma refeição quente sem antes me obrigar a esfre

iam pago

eu fos

ria vendida

e pálidos, sorrindo. Chamaria aquilo de compensação, tradição ou j

mais um regi

colocaram um preço em mim e

s para mim enquanto a c

as, cada lobo aguardava, contendo a respiraçã

eita este

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