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O Filho da Noite que eu não esqueci

O Filho da Noite que eu não esqueci

Autor: wellst
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Capítulo 1 A CASA ONDE NUNCA FUI FILHA

Palavras: 1463    |    Lançado em: 03/11/2026

casa foi que algumas pessoas conseguem tr

eu lado, você precisa aprender a sobreviver sozinha.

ele

nte ao ouvir minha mãe adoti

ha

ra ainda parecia tão natural n

á v

do os cabelos em um

elógio sobre a

ez minutos, mas ainda precisava terminar de passar as camisas

nhas obrigações

carregando uma

mpecavelmente arrumada, mexendo

jornal. Minha irmã, Isabela, e

les me cum

nalm

ntou, sem leva

ê dem

nando as roupa

edi exp

fizesse se

misas sobre

u atrasada. Isabela

quele emprego mis

pequena livraria n

e conseguia passar algumas horas sem ouvir q

na, se

rdenou. Olh

ho qu

o eu mandar. Respirei f

lmente levan

ação ontem. Meu est

e q

comum mencionarem meu passado. Na verdade, Cecília parecia sent

or

rece que ainda existe uma pendência relac

alho. - Você sempre tem alguma descu

na. Vai que encontram uma família melhor.

sei que ele fosse defendê-la. Mas seu

íamos ter escolhido qualquer criança. Ali estava. A frase

escolhido qua

ssar o resto da vida com

i - mur

ei-me antes que algu

comentar alguma coisa s

ria cheirava a café e papel antigo

as porque os livros nunca me perguntavam p

lembrar que eu tinha sido encontrada em um abr

ia ser qual

olhos. Marina, minha colega de trabalho, estav

mbém. Ela colocou um d

casa? Dei

embora eu nunca tivesse contado tudo. Tinha medo de transformar mi

ar na minha casa, não sa

stou falan

pediente, tentei me concentrar nas tarefas. Organizei a

Quando cheguei em casa, encontrei duas malas no corredor. Uma delas era minha. Parei no

ndo algumas coisas.

Helena. Já passou da hora de aprender a se vi

se eu tivesse acabado de fazer uma pergunta pa

o me chame assim.

vor. Seu rost

a de parar de fingir que somos obrigados a sustentar você para sempre. A frase at

tória e ouvir alguém usar sua origem como justificativa para

isso? Ele não resp

lesmente fec

que alguma coisa den

as subi as escadas. Meu quarto

colocar minhas roupas na ma

a caixa de madeira que mantinha escondida no fundo da gaveta

ma pequena estrela, com uma pedra azul no centro.

e biológica havia deixado. Passei

a - sussurrei. Não sabia se falava com o colar ou com

o da minha conta. Não era suficiente para começar uma vida confortá

hei uma última ve

s. Sentiria falta da ideia de ter uma família. Era u

ilenciosa. Na porta, coloquei o casaco, a

companhar. Ninguém para per

i a porta. E fui embora. A chuva co

a, o último ônibus já havia passado

tabelecimento luxuoso, com portas de vidro, ilumi

ntrar. Mas estava frio. E eu não tinha para onde ir. Enquanto

ro sobre uma camisa social e segurava um telefone junto ao ouvido. Os cabelos escuros es

o havia curiosidade exagerada nele

erando a ch

minha mala. Depois para

o rosto. - Não

ta me fez encará-lo novamente. Ele des

to no saguão. Voc

a esse tipo de lugar. O

cinco estrelas. Pela primeira

ficou alguns segu

te. Não respondi

ele

em mim, não perguntou por que eu estava

que eu ainda não conseguia explicar, decidi entra

reconheceria aquele mesmo homem

nas um desconhecido que me ofereceu um

algumas noites não term

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