/0/20673/coverbig.jpg?v=a1d92f6e6baa560f4dcce467c4def3a0)
casa foi que algumas pessoas conseguem tr
eu lado, você precisa aprender a sobreviver sozinha.
ele
nte ao ouvir minha mãe adoti
ha
ra ainda parecia tão natural n
á v
do os cabelos em um
elógio sobre a
ez minutos, mas ainda precisava terminar de passar as camisas
nhas obrigações
carregando uma
mpecavelmente arrumada, mexendo
jornal. Minha irmã, Isabela, e
les me cum
nalm
ntou, sem leva
ê dem
nando as roupa
edi exp
fizesse se
misas sobre
u atrasada. Isabela
quele emprego mis
pequena livraria n
e conseguia passar algumas horas sem ouvir q
na, se
rdenou. Olh
ho qu
o eu mandar. Respirei f
lmente levan
ação ontem. Meu est
e q
comum mencionarem meu passado. Na verdade, Cecília parecia sent
or
rece que ainda existe uma pendência relac
alho. - Você sempre tem alguma descu
na. Vai que encontram uma família melhor.
sei que ele fosse defendê-la. Mas seu
íamos ter escolhido qualquer criança. Ali estava. A frase
escolhido qua
ssar o resto da vida com
i - mur
ei-me antes que algu
comentar alguma coisa s
ria cheirava a café e papel antigo
as porque os livros nunca me perguntavam p
lembrar que eu tinha sido encontrada em um abr
ia ser qual
olhos. Marina, minha colega de trabalho, estav
mbém. Ela colocou um d
casa? Dei
embora eu nunca tivesse contado tudo. Tinha medo de transformar mi
ar na minha casa, não sa
stou falan
pediente, tentei me concentrar nas tarefas. Organizei a
Quando cheguei em casa, encontrei duas malas no corredor. Uma delas era minha. Parei no
ndo algumas coisas.
Helena. Já passou da hora de aprender a se vi
se eu tivesse acabado de fazer uma pergunta pa
o me chame assim.
vor. Seu rost
a de parar de fingir que somos obrigados a sustentar você para sempre. A frase at
tória e ouvir alguém usar sua origem como justificativa para
isso? Ele não resp
lesmente fec
que alguma coisa den
as subi as escadas. Meu quarto
colocar minhas roupas na ma
a caixa de madeira que mantinha escondida no fundo da gaveta
ma pequena estrela, com uma pedra azul no centro.
e biológica havia deixado. Passei
a - sussurrei. Não sabia se falava com o colar ou com
o da minha conta. Não era suficiente para começar uma vida confortá
hei uma última ve
s. Sentiria falta da ideia de ter uma família. Era u
ilenciosa. Na porta, coloquei o casaco, a
companhar. Ninguém para per
i a porta. E fui embora. A chuva co
a, o último ônibus já havia passado
tabelecimento luxuoso, com portas de vidro, ilumi
ntrar. Mas estava frio. E eu não tinha para onde ir. Enquanto
ro sobre uma camisa social e segurava um telefone junto ao ouvido. Os cabelos escuros es
o havia curiosidade exagerada nele
erando a ch
minha mala. Depois para
o rosto. - Não
ta me fez encará-lo novamente. Ele des
to no saguão. Voc
a esse tipo de lugar. O
cinco estrelas. Pela primeira
ficou alguns segu
te. Não respondi
ele
em mim, não perguntou por que eu estava
que eu ainda não conseguia explicar, decidi entra
reconheceria aquele mesmo homem
nas um desconhecido que me ofereceu um
algumas noites não term

GOOGLE PLAY