a porta de madeira maciça e girou a chave na fechadura. Não satisfeito, arrastou uma ca
enos vestígios de vidro que tinham ficado presos ao tecido. Os olhos dela estavam vermelho
audível, quebrada pelo choro represado. "Cadê o
arma para os invasores enquanto a casa caía aos pedaços, veio com força total. Teve que engolir o nó na garg
a altura dos olhos dela e segurando seus ombros com firmeza. "E o
gando uma lágrima com a ma
se certificou que ela estivesse coberta até o pescoço. Tirou a pistola da cintura e a colocou exatam
exaustão, Kell ficou encarando o teto escuro. O casarão estalava com o vento da
xo, uma família inteira de predadores esperava pra usá-lo, sem saber que no seu quarto ele guardava o grande
ão trazia descanso; traz
contorcendo sob o vento frio do fim de dia. Kell não conseguia dormir. A imagem da casa do pai
u aprendendo onde a tábua do assoalho rangia e qual canto da parede projetava a sombra primeir
ilete de luz amarelada que vazava pela fresta da porta. Parou. Prendeu
a est
mbros. Segurava um copo baixo de uísque, o gelo estalando suavemente contra o vidro enquanto ela o girava com preguiça.
não é, Kell?" A voz dela saiu aveludada, quase um
Foi direto para a pia, pegando
água" Respond
o. Ele bebeu em goles pausados, sentindo o líquido gelado descer cortando a garganta seco d
ela apoiou o copo na bancada. "Se movendo pelos corredores como um animal acuado
copo devagar sobre a pia, calc
z eu e
o arrastado, desprovido de qualquer
esteja pr
o com tanto rigor apitou no fundo de sua mente: ameaça. Mas não era o tipo de ameaça contra a qual se po
procurando n
ro de perfume doce e caro mesclado ao álcool invadiu o espaço entre eles, su
. Ele não recuou - dar um passo para trás seria entregar sua fraqueza -, mas também não avançou. Fic
-lo sob a luz fraca. Os olhos dela percorreram as cicatrizes recentes no rosto dele,
q
cruel quanto o seu pai conseg
ue lhe restava, a figura do pai que ele acabara de perder e que ainda sangrava em sua memória
de Kell desceu um tom, perigosamente grave. "Meu
, um som leve e divertido que
fazer medir as
ueu a mão. Os dedos de unhas bem feitas e anéis pesados tocaram a linha do maxilar dele. A p
unhar uma pistola sob tiroteio, mas ninguém o havia preparado para a manipulação íntima e sórdida dos adultos daquela família. Por uma fração de segundo - um piscar de
jogo da sua avó, garoto..." Ela sussurrou, a
giu. A mão dele subiu como um raio, interceptando o pulso de Sahama no ar. A fivela do aperto dele foi firme, preci
e do seu rosto, sem desviar o
so de novo.
sorriso de Sahama vacilar pela primeira vez. A surpresa piscou no rost
ai achava." Ela murmurou, tentando puxar o pulso
espaço que precisava. "Eu só aprendi desde muito cedo a reco
ar para trás. Sahama continuou na cozinha, ajustando o robe e dando mais um gole n
mas ao trancar a porta do quarto e ouvir a respiração suave de Queen dorm
DEPO
e Dona Jocelyn, dava para ouvir o murmúrio de vozes pela casa - seus tios Gavrel e Abr
b ordens estritas de não abrir a
s de uma mesa de imbuia maciça. Em pé, encostados na parede ao lado, estavam seus dois primos: Joshua, o filho mais
chou Joshua, cruzando os braços. "O filho
imediatamente. Ela virou a atenção para o outro neto. "O Kell tem mais treinamento de campo do que você e o Eidel junt
à frente, ajustando
o plan
a mesa, revelando mapas e fotos de uma inst
de distribuição. Eles estão estocando uma carga de armamento pesado e documen
possível para manter a expressão neutra. Era
lote principal antes que a segurança privada deles perceba. Joshua e Eidel vão cuidar do perímetro externo e do transporte. Você, Kell, vai lidera
Jocelyn nos olhos "A dívida do teto e da
um sorriso frio,
lealdade pertence a esta casa. Se falhar, ou se eu perceber qualquer sinal de que você ai
go deles. Kell não tinha escolha a não ser aceitar a missão, usar o trabalho para descobrir quem tinha

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