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Entre Sangue e Dever

Entre Sangue e Dever

Autor: LibriAna1998
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Capítulo 1 Noite Sombria

Palavras: 2546    |    Lançado em: 18/10/2026

rou desesperado e ligou a luz, começou a remexer e pegar algumas coisas das g

stá acon

relance avistou o visor do despertador em cima do móvel ao lado es

não temos tempo. Você vai precisar

dia. Seu pai não fez questão de explicar do que se tratava aquilo tudo, simplesmente o entregou uma das s

ra até o carro. A partir

ender e apenas se prontificou a obedecer. Ele não sabia o suficiente sobre o trabalho do seu pai, mas desconfia

ueavam pelo chão. "Kell, é sério. Não hesite. Prometa que não deixará que nada aconteça à ela. Prometa que não a abandonará nunca." Ele ss encheu de coragem, afinal, não era sempre que assumia o p

mochila, deu uma olhada lá dentro antes de abrir totalmente a porta. Uma pequena silhueta estava enrolada no cobertor parada em pé de frente para port

ueen fez foi uma careta de confusão. Kell a tomou em meus braços puxando-a para pert

nvadir o quarto, atravessando e quebrando a porta de vidro, atingindo os móveis, as paredes, o chão, tudo.

som alto dentro do quarto. Ela gritava e chorava tanto que chegava a soluçar em arrancos d

o braço em uma toalha e começou a socar a pequena janela. Quando finalmente conseguiu retirar o máximo de ca

ou a menina em seu próprio cobertor estampado com princesas de desenho animado para que não se ferisse com o resto do vidro

tremia e pediu silêncio com o dedo indicador contra os lábios, ela assentiu tremendo e tentando engolir o choro com uma carinha molhada que denunciava o qu

el

ra entrar. De mãos dadas com Queen, ele a puxou para trás de si. Seu pai o olhou e lançou uma arma que deslizou pelo chão e que ele pegou d

rimeiro andar e logo voltou o foco à sua mira. Kell guardou a arma na cintura da calça e continuou correndo com Queen para a garagem. Continuaram ouvi

s ao redor do seu pescoço e as pernas circundando seu

e se abria atrás de um dos armários da cozinha e enquanto realizavam esse movimento conseguiram ver quando o grupo invadiu a cas

Esperaram. Ele decidiu que era a hora e atravessaram o fundo falso do armário, se encerrando para dentro d

ada. Não havia ninguém ali. E foi quando ouviram uma explosão. Queen deu um grito e tampou os ouvidos. Ele prefe

abaixa

pessoas? Onde a gente está indo? Cadê

ra ela. A garota tentou engolir o choro. "Eu não sei, mas

cima cobrindo-lhe completamente. Ele sabia que ligar o carro e abrir o portão chamariam atenção dos invasores para a gar

Eu prometo que vou tirar a gente daqui, mas par

de dentro da casa. Ele precisava disso para disfarçar o motor do carro. Então, esperou. Olhou para suas mãos, ainda trêmulas no vo

e de usá-las ali. Esperou por mais um estrondo. A respiração entrecortada. Ele veio. Ligou o carro e esperou por mais barulhos.

ão ao mesmo tempo em que ouviu mais tiros disparados. Deu partida. Não sabia se pelas aulas de direção que teve co

seu pai. Embora sentisse sua presença constantemen

DEPO

isso mas estava com medo do que Dona Jocelyn diria quando os visse ali, não atoa esteve da

spirou. Batsu na porta. Uma, duas, três vezes. E co

que você voltaria correndo para a vovó Jo

anto falava com sua voz estridente e falsamente

ue aconteceu. E sim,

e ele entrasse. "Eu ainda tenho aquele trabalho para voc

a Que

mesmo por alguns instantes. Seus olhos agora se estreitando. A mulh

que essa garo

vai fica

o na min

u a porta forçando-a para tr

? Eu que não serei. Além disso, essa garo

r e cobrir todos

ara os próprios pés. As botas

balha para mim e em troca sou eu quem t

eu vou cobrir as despesas e me res

, nunca viveu. O preço era sempre muito alto. Não era como se, de repent

o! Ve

anto pegava o casaco dela e indicava seus pés para retirar as pantufas sujas antes de entrar. Não era o melhor lugar d

cê voltou

rme entre os dedos, estava alguém que ele não e

sibilando, antes de virar. "Nã

menini

reender. Seus olhos vasculharam os arredores tentando encontrar Dona Jocelyn. Não a achou, en

os o

aroto. Mas ainda não res

nhor ainda esti

tivesse entendido, Kell preferia acreditar que sim, pois se Isaac encostasse em um fi

Tio Isaac. O cheiro forte de tabaco queimado parecia impregnar a tapeçaria gasta do casarão

Kell deu um meio-passo à frente, bloqueando totalmente a visão que ele tinha dela, e passou a mão velada por baixo do casac

ada, soltando uma fumaça densa para o teto. "Achei que

om baixo, duro, encarando-o diretamente nos olhos. "E a Queen está sob

fez menção de se levantar da poltrona, mas antes que a tensão explodisse, o som de passos firm

direto sobre o neto mais novo. "O garoto voltou porque sabe qual é o lugar dele. E se ele diz que vai cobrir os cust

voltou a se encostar na poltrona, embor

. Ele pegou no ar. "Tome um banho e limpe a sujeira. Às oito em ponto quero você no escritório. Seus primos Joshua e Eidel já

ou com pressa em direção à escadaria principal, sentindo o o

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