img A FILHA SECRETA DO ASTRO COREANO  /  Capítulo 5 Bae-Te-Mi | 38.46%
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Capítulo 5 Bae-Te-Mi

Palavras: 2136    |    Lançado em: 20/10/2026

la/Ba

a filha dormir. Ela estava encolhida sob o cobertor, com os cabelos espalhados pelo travesseiro e a respiração tranquila de quem havia chegado ao limite do cansaç

om cuidado e seg

e o balcão da pequena loja de titia. No dia dois de abril, inaugurei minha primeira loja fora do Brasil. Buenos Aires, a capital do tan

es, das vitrines e do movimento das lojas, mas, acima de tudo, sentia orgulho de saber que a marca carreg

Cada joia começa no pape

Nenhum prêmio tinha o mesmo valor que o o

te moderno, chique e bonito. As paredes claras faziam as pedras brilharem ainda mais, e a iluminação fora planejada para que cada peça pare

de Janeiro naquela tarde, depois de algumas horas de voo e compromissos sem int

ha mala - avisou Estrela, já c

quecer e deixar essa mala

abriu um sorri

enhora desf

nisso. Vá do

noite,

te, minha

a mesa, abri a garrafa de vinho e liguei a televisão. Apertando os

foi vê-l

o marcado por uma expressão séria. Meu dedo permaneceu sobre o controle, mas não consegui mudar de canal. Durante alguns

u despejar críticas sobre ele. Papai namorava uma brasileira desde o divórcio, ocorrido dois anos antes, e morava com ela em Ipanema. Mamãe havia se mu

um jeito que me provocou raiva de mim mesma. Depois de tantos anos,

aiva, mágoa e tristeza,

rmarem em alguma coisa importante. A desculpa sempre foi a criação de uma filha e a vida profissional. Dizia a mim mesma que n

rém, a verda

cupado por alguém que me

rsonagem. Por um instante absurdo, tive a impressão de que olhava diretamente pa

a tela. - Por que ainda c

o por milhões de pessoas. Para o mundo, era um grande astro. Para mim, continuava sendo o me

meiro beijo. Levantei-me, fui até o quarto e peguei o diário que mantinha guardado na cômo

continuava passan

a mesma inocência. Eu sentia ciúme dele com as outras meninas da escola, e ele sentia ciúme quando me via conversando com outros

o desde que me mudei para o bairro de Sung-Ji. No começo, achei que seria bom conhecer pessoas

udando e ajudando um ao outro nas matérias mais difíceis. Na casa dele, a irmã mais velha, que era insuportável, fazia as vezes de mãe. E

le, vimos a irmã na varanda. Ela mal prestou atenção em nós, talvez porque e

abalho na sua casa

i ficar entrando no qua

saber se est

ontrolar até o ar

, mas percebi que

éria, mas, com estudo, paciência e ajuda mútua, geralmente conseguíamos chegar ao resultado. Naquel

rrado - falei, apagando

ão

rofessora explic

faça s

r sozinha, não estari

está es

mais estress

para o exercício. Depois de mais uma tentativa fracassada, n

to, percebi que el

disse nada. Pela primeira vez, aquele silêncio não era confortável como os outros

me olhando assi

ão

tão

m está olhan

o es

tá,

-Ji ergueu um pouco a cabeça, aproximou-se e esperou. Talvez p

eio de amor. Nossos lábios apenas se tocaram no início. Quando ele se afasto

le disse, abai

stá pedindo

e você não

sse que eu

me olhar, a

so beijar v

demore tanto par

da inocente. Naquele instante, já não éramos apenas am

em comerciais. Queria toda a atenção de Sung-Ji voltada para aqueles trabalhos. "Quanto mais, melhor" era o

obrir, vai fazer um

o não

ero esco

ndendo. Estará prote

pergu

nuamos amigos. Afin

inha mão por

o mais do que

ue meu amigo, mas ninguém

intervalos da escola, no caminho de casa ou durante as tardes de estudo. Algumas vezes,

rou abraçados na varanda de minha casa. Fiquei apavorada e me afastei n

e vocês estavam esc

so explicar - r

ue essa amizade acabaria se tran

que existia entre nós. Em compensação, o pai e a irmã de Sung-Ji

rejudicar sua imagem e afastar oportunidades. De repente, os comerciais aumentaram, os h

lgo muito mais forte existia entre nós. Pelo

am

anto pelas lembranças registradas naquelas páginas que nem percebi quando o filme

bebido muito menos do que imaginava. A lembrança de no

consegui, sonhei com uma família. No sonho, estávamos eu, Sung-Ji e Estrela em uma casa iluminada.

s olhos cheio

nseguia perdoá-lo. Talvez ainda o amasse, mas o amor não apagava as p

para não acordar Estrela e voltei para a sala. Sentei-m

car piano era a única cois

a música levasse tudo o que eu não conseguia dizer: a raiva, a saudade,

ando a última nota morreu no silêncio da casa, o

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