img A FILHA SECRETA DO ASTRO COREANO  /  Capítulo 4 Sung-Ji | 30.77%
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Capítulo 4 Sung-Ji

Palavras: 1900    |    Lançado em: 18/10/2026

ng

madrugada, o pesadelo pareceu ainda pior. Bae-Te-Mi estava diante de mim, tão próxima que eu quase conseguia tocá-la. No entanto, quan

filme, aos dezessete anos, tornei-me o garoto prodígio e um dos maiores galãs da Coreia do Sul. Iludido pela fama e pelo dinheiro que entrava em uma correnteza cada vez mais forte, transformei-

o, eu não

ue atuaria, os lugares aonde deveria ir e até as mulheres com quem poderia sair ou namorar precisavam passar pela aprovação dos dois. Naquela época, eu e

tenha sido o primeiro gatilho capaz de iluminar uma visão cegada pela

a assim, não consigo perdoá-los, principalmente depois de descobrir toda a verdade. Eles, mas principalmente minha irmã, não apenas administraram minh

inha tocou. Como não havia ninguém com

a senha. Não precis

daram de novo. Eu

que ela entrasse

ia casa. Trocam senhas, instalam câmeras, deci

e fazia. Bastou olhar para meu rosto para

m olheiras pro

tos para a campanha do filme. Para com

or

har e voltei

de novo. Quando acordo,

e de mim. A expressão

esqueceu, não

e minha irmã decidirem tudo por mim, inclusive quem eu deveria amar. Estou dando mais um tempo, mas vo

minha mão

me deixou chocada. Resolvi vir cedo, antes que

ei-me na

deixar a agência se continuar se metendo em m

omo se procurasse a mel

ma antiga vizinha da nossa rua. Ela morava na

. Quando precisávamos, a senhor

anos. Nesta semana, voltou à rua porque pretende vender a casa. Ela e o irmão brigara

o tem a ver c

demais para a antiga casa de Bae-Te-Mi. Parecia se lembrar de alguma coisa. Quando voltei da cozinha, ouvi-a pensando em

do ambiente. Fitei minha

falou a pal

a mesma não tem certeza. Foi muito

epois de uma coisa dessa

meus dedos ant

miga. Quando saía do quarto, viu a mãe de Bae-Te-Mi entrando em outra ala. Em vez de chamá-la, resolveu segui-

ia tão forte qu

que el

sem desaparecer daquele país. Disse também que somente longe dali conseguiria criar a c

uma vez, afas

palavras imperdoáveis, mas nunca desejei que ela sofresse. Até hoje escuto tudo o que fal

do pelo pai e pela irmã, mas Bae-Te-Mi não sab

abelos, tentando organ

ha entrou

da filha, que estava muito machucada e ligada aos aparelhos. Não confirmou a grav

o for ve

contas mentalmente e sent

e, eu tenho uma filh

os olhos po

essa poss

gar o hospital, os registros médicos, a saída delas do país

realmente tem uma filh

a ela, sem qualquer d

fim do mundo. E vou atrás de Bae-Te-Mi também. Pr

braços ao redor de seu corpo, sentindo-me outra ve

eiro dia. Sei também que percebeu tarde demais a influência de sua irmã e de seu pai.

o, mas continuei s

creditar, ainda mais depois dessa

, segura uma criança no colo e não me deixa chegar perto. Tento explicar, tento dizer que ainda a amo, mas ela desaparec

Não conte a seu pai nem a sua irmã. Se eles in

ta vez, ninguém va

Marcamos uma reunião na casa desse amigo, longe da agência, da imprensa e de qualquer fã que pudesse rec

reguei ao detetive a cópia de uma fotografia. Nela estávamos eu, Bae-Te-Mi e os pais dela, reunidos na sala de sua antiga casa. Ér

inou a fotograf

bre? Qualquer informação pode ajudar. Quanto mais

ante algun

nascido em outro país. Éramos crianças quando ela falou sobre isso. A mãe dela chegou

ia foi para o Ocidente, os nomes podem ter sido adaptados ou comp

oportos, hospitais, registros de imigração,

rrancarei seu dinheiro se a investigação chegar a um

rimeira dificuldade. Só encerre a investigação quando tive

ei tudo o que esti

entre a esperança e o medo. Se a informação fosse falsa, eu sofreria outra decepção. Se fosse v

e pensei na mulher que continuava amando. A fama me dera dinheiro, reconhecimento e milhares de pessoas gritando

os, porém, havia algo além da culpa: uma pequena esperança. Em algum lugar do mundo, talvez exist

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