e - Sevilh
inha primeira reação é achar que tudo não passou de um pesadelo ruim: sonhei q
ia sequestrada? - rio de mim mes
ara baixo, sinto meu coração parar por um segundo e arregalo os olhos, o pâni
perceber que aquele lugar não é o meu quarto e, obviamente, não
nte caindo. - Socorro! Socorro, alguém... - grito, me d
e abre abruptamente. Por ela passa um rapaz loiro, vestindo roup
gando para bater um papo com você - diz ele, par
ada, estou presa a uma cadeira e ele quer que e
não tenho dinheiro e ninguém para pagar o meu resgate, me deixe ir,
recendo genuinamente su
undimos a pessoa... Mas a culpa também é sua, quem mandou ser parecida com a moça lá? -
a culpada sou eu por causa dos meus traços? Seria um
eto que não conto para ninguém sobre o que aconteceu - peço, balançando
estreitam em uma e
não viu nada não, só o meu rostinho bonito -
ia que, para ele, aquilo era a coisa mais com
cês vão me matar ou vender para o tráfico huma
do até a parte de trás da cadeira. Suas mãos
com esse tipo de coisa - fala, desatand
te posso mexer os braços, massagean
e trazê-la de volta pelos cabelos - avisa ele.
bandonando qualque
'água e também me deixar ir ao ba
ara uma porta de madeira n
gua. Prefere com gás ou sem? Quer comer também? Temos
presa por uma organização criminosa e o meu
ome? - a curiosid
pisca para mim de forma descontraída antes de
janela e olho discretamente para fora: a vista dá de frente para um lindo e bem cuidado jardim. O lugar é, provave
esmo - suspiro frustrada, cruzando
ra o quarto e me sento na beirada d
mes começam a ecoar pelo corredor. Fico apreensiva imediatamente; aquele ritmo de
s, passa pelo batente e para, me encarando. Longos segundos se passam em um silê
falou? Por favor, não me mate! - disparo
le ignora o meu apelo e caminha calmamente a
ika! - afirma, a v
omo assim? A Érika conhecia aquele
em com essa moça? - pergunto, ficando na defensiva. Eu
e é cirúrgic
a, tentando sustentar a mentira. - Engraçado, você
uma foto nítida minha ao lado de Érika, tirada no campus da faculdade. Sinto
po, no mundo existem mil mulheres com esse nome - dou a m
ar, quase divertido com a minha
Maite, então me diga: o
inguém sobre você - peço, levantando-me da cama em um
abe sobre mim? - ele reb
e são difíceis de convencer. O que eu sabe
r - peço novamente, quase
os olhos escuros fixos
nde jogar, descartá-la agora é inviável - comenta, ditando

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