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e - Sevilh
ia um vestido preto florido, os cabelos estavam presos em um rabo de
, o professor Léo te mata - digo para mim mesma, em vo
rio, misturo ambos rapidamente em um copo e tomo em grandes goles. Ant
uro, olhando ao redor e tentando
spero, consigo encontrá-lo dentro da geladeira. Não me perguntem como ele foi par
ada nas costas, a maçã mordida e a chave do apartament
ar o ponto de ônibus. Por pura sorte, o motorista a
ivamente durante duas semanas. Se eu me saísse bem, poderia finalmente conseguir uma reco
a tempo e entro com o coração na boca,
do recuperar o fôlego. Ele apenas resp
está quase vazio. Desfaço o nó dos meus fones de ouvido -
irritada, quando percebo que um do
mão deles por nada. Até porque, na minha cabeça, era bem melhor ter só um lado do fone funciona
inha, arrastando o dedo pela tela, procurand
nte de estudante de teatro criava todo um cenário cinematográfico na janela do ônibus. Como muitos c
já havia feito o seu trabalho: eu estava tran
dor principal, avisto Érika. Ela parecia extremamente nervosa, andand
minuindo o passo ao
foi? - pergunto ao
as logo abre um sorriso amarel
pessoais - respondeu, guar
, sentindo que havia algo errado, mas deci
sabe que pode contar comigo - ofer
cendo aliviada com
a estrela dele não chegou - brinca, mudando completamente
eve, sentindo o fri
virando os olhos com humor. - Acr
ça, rindo da minha f
a dorminhoca, acalmar a fera do professor Léo - comp
energia negativa esquisita, como se estivesse sendo observada de longe. Olho de relance para trás,
- Érika nota m
ressentimento. Talvez fosse só o sono; eu
. Sinto minhas bochechas corarem de vergonha imediatamente. Eu era tímida
direto em nossa direç
sse ele, ajeitando os óculos. -
, sentindo o es
não vai acontecer mais - justi
nitivamente não
spiro dramático, mas seu
ai lá para trás se preparar, você é a próxima, arrase! -
gantesco, sentindo
sor - digo, corrend
de mim, pronta para me
ro para mim mesma, tentando con
inteiro ao ver tantas pessoas me observando lá de baixo. Fico to
segue! - Érika incentiva,
sso à frente e tomo corag
m pouco nervosa... Posso começar de n
respirar fundo, fecho os olhos por um segundo e recomeço. Dessa vez, a mági
se fecham, sinto um alívio avas
osse sair pela boca - comento com Érika
minha reaçã
o um pouco no início, você mandou bem demais -
m jeito de me animar quand
ue eu poderia ter - digo, e me jogo
e você sem mim? - brinc
duas vamos juntas para a cantina da faculdade. Pegamos nossas ba
foi recusado - a moça que se
ça, o rosto ganhando um tom vermelho en
ucia Érika, prestes
meu próprio cartão e o estendo para a fun
o leve. - Prontinho, vamos sentar ali - indico p
e o clima pesado
volvo o dinheiro - agradece
eça, desconside
migas. Sei que se fosse
orri,
ensar du
emas pessoais para resolver, então sigo o caminho de volta para casa andando. Sevilha havia amanhe
na mochila. Paro na calçada para atender. Na t
abrindo um grande sorri
costa devagar junto ao meio-fio da rua deserta. Não dou m
o ensaio do coral, para você não esquecer,
esquecer as coisas, principalmente
a até esquecido... - começo a responde
tar, um vulto surge atrás de mim e um pano preto embebido em um líquido
caindo na calçada. Meu corpo perde as forças rapidamente e apago por

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