ava com curiosidade. Por um momento, se perd
gar o filho no colo pela primeira vez. - Bem-vindo ao rancho, gar
se entendesse e aprova
ou a cena com orgu
ndo a cabeça. - A sua vida
u, sem tirar os
to. - Parece que os meus dias de cowboy doid
riu, apesar
ce, meu filho,
ora tinha a maior responsabi
ê suavemente. - Bem-vindo à família, Junior - ninou-o nos bra
ade, sem saber que as aventuras que o esperavam seriam mais louc
cordou o Tony Treviño. Ele se sentou de g
os olhos. - Mas não tá cedo demais pa
O bebê chorava a plenos pulmões, com
o pequenino com cuidado. - Não se agita assim nã
e apareceu na porta, c
ra viagem - saudou com u
um olhar supli
uma estourada de gado, mãe. Como é que
se aproximando pa
ão assim mesmo, e parece que e
o ar e fra
e alguém precisa de
empal
o pode fazer isso, mãe? Eu n
beça, e um sorriso maldos
isse que esse bebê é sua responsabilid
lhando para o bebê como s
- suspirou.
mesa que tinham improvisado como trocador. A Guadalup
u o Tony, olhando para o
ca uma nova - instruiu a Guadalupe. - Não
do fundo. Com cuidado, com
O que deram para esse garoto comer, mãe? Cheira
o conseguiu se
agero e termi
a, fazendo caretas e comentá
e música, seria uma sinfonia
arou paralisado. Os ol
voz trêmula. - Acho que a
se aproximou
foi, m
ou para o be
r... não é tão Junior
e soltou uma excla
do céu! É
ordou, aind
e que me engane
r, primeiro de leve e de
risos. - É aqui que você va
ou para el
ocê tá fal
ugou as lágrima
ra você vai saber o que é cuidar de uma menin
mais pálido, se é
- murmurou. - Você não
lançou a cabeç
abilidade, Antonio Treviño. Eu só
para a filha que agora o
riso resignado. - Parece que somos eu e você con
trocar a fralda, se surpreendendo co
e orgulho. - Viu só, mãe? So
se aproximando para
lho, mas lembra que

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