y Treviño abriu os olhos. A cabeça dele latejava como se um rodeio inteiro estive
u, cobrindo os olhos com o braço. - Se
todo. Foi aí que as lembranças da noite anterior começaram a vir à mente:
ndo a cabeça. - Se a sua mãe souber das suas
da cama e foi se arrastando até o banheiro.
smungou para o seu reflexo. - Parece
para encarar o dia. A vida no rancho era assim: madrugar todo santo dia. Ele des
, do fogão onde fritava uns ovos. - Você tá com uma
tando à mesa e pegando uma xícara de café
ele com uma mistura d
que um dia desses você vai se meter numa encren
que imediatamente vi
ando um gole no café. - O seu
cabeça, mas um sorriso
o, porque um
da na porta. O Tony e a Guadalupe trocaram um olh
erando visita? -
e não - respondeu a Guadalupe
azendo se mexer mais do que devia naquele estado. Ele foi arrastando os pé
ir outra batida na porta. - Que pre
ruso, mas deu de cara com... o nada. Confuso, coçou
nho, e dentro dele, enroladinho num cobe
y, dando um passo para trás
r mais do que poucas semanas. Junto com o pequenino tinha um
rido
a sua frente é seu filho. Sim, o resultado daquela noite louca no Rusty Spur. Não posso cuidar
cari
ra
eu redor. Um filho? Ele? O etern
fina do que ele gostaria. - Acho qu
a porta, enxugando as
filho? Parece que
ando o cesto com o bebê.
ou, levando a mão ao peit
rando a carta como se fosse
ar vovó, mãe - disse com uma
izer uma palavra, se aproximou do cesto e pegou o pequenino nos braços com
a que anunciava tempestade -, é bom vo
cabelo, com a cabeça tr
daquela vez que te disse que
e semicerr
s meses atrás?
ar da mãe. - Acontece que o rodeio foi mais para o
Guadalupe, com a voz num mi
u rapidamente. - É que, bom...
evantou a mão
talhes, meu filho
acordar. Os olhos dele, grandes e curiosos, se abr
r a uma resignação carinhosa. - Sempre soube que um dia
olhando para o bebê
guntou, baixando a voz para um sussurro.
e um sorriso foi se forman
lho, porque esse garotinho
sentindo o peso do mundo
como é qu
pe. - Já se meteu nessa encrenca, a

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