inda pesado do dia anterior. A
sas entre eles ficaram sem resolução. Sua prioridade, no entanto, era a reuni
sso. O trabalho extra parecia a solução para os problemas financeiros que se
ído com o celular, sentado no canto da sala. Ele mal levantou os olhos
Ele era jovem, com uma postura confiante e traços fortes. Havia al
r da minha mãe. Ela tem Alzheimer, então o traba
na ass
Qual seria
pal. Minha mãe precisa de supervisão constante. - O tom de Math
ão seria fácil, mas
os delicados. Posso ajudar - disse
pegou as chaves na mesa
s depois - disse ele, saindo d
la, como se ela fosse invisível. Tão frio, tão di
Gabriel sair e vol
acha? Podemos
balho era uma chance q
O ambiente a ajudava a focar no trabalho, de
o, vindo em sua direção com passos rápidos. Antes que pudesse reag
a tentou se soltar, mas Lucas a segur
ele, visivelmente irritado. - Você me bloqueou
ou os braços,
ê quer, Luca
deu a chance de explicar. Eu mereço uma segunda c
um passo para
confiança, Lucas.
a mão pelos ca
no minuto que aconteceu. Eu te a
encarou, se
alguém no trabalho com uma colega? Não
, indiferente à tensão. Seus olhos não pararam em Mariana ou Lucas. Desceu as escadas co
Ele não disse uma palavra, nem sequer olhou diretamente para ela. Tudo nele era calculado, control
u pesado. Lucas olhou para
ei que errei, mas podemos conserta
ão há nada para
o Mariana sozinha. Ela respirou fundo, aliviada por
fas, sua mente ainda estava agitada. Ela seguia organizando prontuários e ajust
de trabalho, Clara, apareceu ao seu lado. Clara era
o pra escada. O que ele queria? - C
irou, cansada
não tem mais nada a ser d
raços, observando
da. Esse cara não te
ue pedir desculpas vai resolver tudo - res
eta, mostrando o q
a melhor. Falando nisso, ouvi dizer que
, aliviada pela m
Vilela. Ela tem Alzheimer, então vai se
riu, incen
tirar isso de letra. Além disso, um trabalho extra v
e volta, grata pe
nhã começo às 19h, ent
e Clara, dando um leve tapinha no braço de Ma
mais tranquilo, e ela terminou o dia focada em

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