s da cidade passando pela janela, rápidas demais para que qualqu
rmes no volante, o olhar fixo à frente. No hospital, aqu
estamos indo
ou um olh
ar onde ningu
ta foi su
m instante, fechando os olhos por um segundo mais longo do que deveria. Esta
quase veio à
não d
s, os sons mais distantes. O carro virou uma esquina e, poucos metros dep
rédio era discreto, bem cuidado, sem nada cham
u a porta para ela sem pressa, como se aquele gesto fo
Vam
não por dúvida, mas por consciên
s s
nte, mais quieto, mais i
s lado a lado pareceu mais próximo do que o espaço r
evador parando fo
o padrão: tudo no lugar certo, sem excessos. Linhas li
o convidava, apenas f
hou alguns pas
ocê tinha um apart
ves sobre a bancada co
exatame
olhou d
tão é
armário, pega
nveni
e pausa antes
antão não comp
eve. Aquilo explicava
? - perg
ode
quele momento. Mariana aceitou, levou a taça aos lábios e demorou um
entre eles n
esp
presos ao vidro por um instante, como se pre
sempre
ergueu
ssim
esse exatamente o
siderasse a pergunta. Um leve movimento no ca
em s
segundo a mais, sem saber ao certo
imperceptível, e foi ela quem sentiu
O beijo veio sem aviso, rápido, inevitável
tudo nele. A contenção que ele mantinha no hospital desapa
segurança, sem hesitação, como se aquilo já
staram por um instante, a respiração dela veio descompassada, rápida demais; a
uma fazer isso -
sustentou
es as pes
sta fico
não que
qualquer intervalo abrisse espaço para a
o tudo desacelerou, o silêncio voltou - mais
s cabelos antes de se levantar. Não havia hesitaç
com a mesma c
star no hospit
ica, como se aquilo não pass
observando. O corpo ainda sentia, mas
também não era leve. Ele não
enha resolvido
m discreto se espalhando pelo quart
guns segundos, olhando pa
ente agora, mais frio -
se no mesmo ritmo em que tudo aind
stava silencioso demais, e o elevador dem
e parou. O hospital ainda estava ali, a pouco
êncio por um inst
irou
no dia seguinte, nada

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