reditei na hora, na verdade ainda estou
jantar dele e estávamos assistindo um desenho que ele pediu para colocar, a Rosa já havia ido embora, e o horário no relógio marcava, oito e
ento, Rosa me disse que o horário de pôr eles na cama é às
sua melatonina para ficar prontinho para quando eles chega
salva pela porta sendo aberta e o pai dele entrando com a irmãzinha, que tinha uma das pernas enfaixada. - Madu. - gritou alto levantando do sofá indo até eles, suspirei com
tou falar com o menino que dar alguns passinhos para trás. - e você, porque ainda está acordado? Sabe do nosso combinado do
ê sabe, não sabe? - indagou do mesmo jeitinho que o pai
r um beijo de boa noite a vocês tá? - fala e o garoto concorda. - pegue ela aqui. - pela primeira vez na noite direcion
sto queimando e aposto que eu estava toda vermelha, ele coloca a pequena nos meus braços e e
lei enquanto caminhava com a irmã dele nos meus braços, ouvindo el
rói tia Lay? - indagou e eu ri f
indo até a porta do quarto deles, abrindo a mesma e acendendo a
nchega ao lado da irmã, pego o edredom jogando so
r? - Matheus pergunta, já deitado, apontando para uma prateleira do outro l
go um e volto até a cama, começando a ler para f
•
o ele finalmente pegou no sono, Madu chegou dormindo e assim permaneceu, passei um lencinho umedecido
o que eu queria, mas trabalhar e morar aqui não vai ser fácil, ficar longe da minha vó também não, mas é aquilo, mel
curo e em uma casa enorme desse jeito, não tem como não imaginar outro lembrar de um
s escadas e eu consigo descer, vendo a tele
gou de verdade né? - pergunt
olhar pra mim ele olhou,
eixou ele um pouco ansioso. - res
são e finalmente
do e só chego por volta desses horários assim. - confirmei com a cabeça esperando ele fala
me dar espaço para passar e en
nsa, talvez seja por conta do trabalho, da forma que é o trabalho, querendo ou não se torna desconfortável, eu es
vel, mas também não posso falar

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