nenhuma havia me passado confiança em deixar meus filhos com elas, são meus tesouros, min
ículo, mas sabia falar, se portar bem e tinha uma coisa no olhar que eu não sabia explicar o que era, e também tinha o fato d
os meus olhos para ficar com meus filhos, quando em questão de segundos ouvimos um estrondo a
tório correndo guiada pelo choro alto e escandalos
eiro andar, onde ficam os quartos, só não sei que diabos ela
xar perto dela e tocar a perna dela. - AAAAAI, TA DOENDO, MUITO MU
pessoa certa para cuidar dos meus filhos, os olhos cheios de preocupação, o cuidado qu
ltimo corredor, vista-se e dirija-se a sala de aulas, informe o que aconteceu a professora e aguarde. - digo já me aproximando da minha pequena que ch
cupada chegando perto da Madu que chorou mais ainda querendo ir para o
ela concorda com a cabeça passando o olhar na moça. - mostre-a o quarto onde ela vai ficar e ajude ela hoje, vou levar Madu ao hospital, qualquer coisa mande uma mensagem. - falo já me retirando da sala, a
na agarrada em meu pescoço, as perna
quando vê a perna da minha pequena machucada e ela chorando, abre
falar comigo para saber o que fazer, e é isso que eu gost
••
inutos d
nho, não era pra menos, o pé e o tornozelo dela estavam inchados como nunca vi, ela não aguentava nem que eu tocasse, tentei duas vez
u pago o plano de saúde deles e o meu, e saio d
papi. - falou dengosa, se a
medo em si, mas não gostava de hospital e fazia sempre o possível
arde, preciso de ajuda, minha filha caiu e eu acho que quebrou o tornozelo ou a
u alcanço a carteira no bolso que eu sempre deixo o número do protocolo em um papel
ma fortuna nesse hospital, e quando preci
ra por ali para me sentar com a Madu, passo
m tempo atrás abriu uma nova especialidade, que foi a ala p
u me tirando dos pensamentos, maior medo dela é agulha, desse medo e
eção o papi está aqui com você e você pode apertar a minha mã

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