yra
quando Kael segurou minha cintura, foi tão vio
ígido, musculoso e febril do guerreiro que assombrava meus pe
m que a Deusa da Lua havia gravado em meu destino, o mesmo homem cuja matil
Arcádia Noir, alimentei
rte do disfarce, blindei meu coração para qu
Kael Draven, sentiria apenas despre
te em que a mão grande e áspera dele segurou meu queixo, forç
rasco. Estava repleto de um tormento devastador, um d
ciado com tamanha reverência e dor,
o me s
er vestígio de distância entre nós, até que eu pudesse sentir a rigidez d
ardente explodir entre minhas coxas, umidade e desejo derrete
a saborear o gosto quente e amargo de sua respiração. - Eles me disseram que você estava morta. Disseram que o Clã Noctharys havia queimado sua carruagem na fronteir
ração parou
- Eryon me mostrou os documentos selados com o brasão do Alfa! Você assinou meu banimento porque eu nã
que envenenou sua mente! - o rugido de Kael ecoou pelo topo dos carval
ualquer contra-argumento, Kael p
suavemente para trás, para expor a curva inteira do meu pescoço,
redor simplesme
osse pura e liber
ando seu território sagrado, sugando meus lábios com uma urgência incontro
varam-se nos ombros largos de Kael, sentindo a musculatura pulsa
r metálico da gota de sangue de seu peito, era co
a pele sensível logo abaixo da minha orelha e descendo em beijos
eiramente do chão e prensando-me contra o tronco áspero do
as costas e oferecendo meu pescoço enquanto um c
do meu pescoço com força suficiente para deixar uma marca roxa visível sob a luz da lua. - Diga antes que a mati
r que meu corpo sempre pertenceu a ele, o uivo agudo e ensurdecedor

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