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Capítulo 2 🌕 Cap. 2: As Cinzas da Antiga Rejeição

Palavras: 774    |    Lançado em: 20/08/2026

ael

ndo que a Deusa da Lua me a

grenta de meu pai na Batalha dos Montes Cinzentos, a primeira coisa que o

ilaram diante do meu trono de pedra, ostentando p

ta gigantesca, impiedosa e faminta, ro

todas eram

ravado na minha alma quando eu ai

turno, chuva fresca

da pelo conselho da matilha como uma "aberração sem loba", ban

ada de Vargem Negra, o vento me tr

e, osso, curvas perigosas e uma postura desa

segurava uma adaga de prata com a pe

meu peito, fazendo arder as terminações nervo

nada comparada à tempestade de lux

s costelas de dentro para fora, u

la voltou!

to dela sob a lu

bre os ombros finos, emoldurando seus lábios carnudos e

dilatação de suas pupilas e a vermelhidão intensa que subia por seu pescoço de p

meu peito. - Está com medo de que eu rasgue a sua garganta com as minhas presas, ou está em pânico po

s sua voz falhou na última sílaba. O peito dela subia e descia em u

tível para olhos humanos, desviei

re as folhas secas sem que

tura fina com meu braço esquerdo, puxando seu corpo pe

colidindo arrancou um gemi

contra o meu, foi um golpe esmagador de

ra pe

rpo como se tivéssemos sido molda

ndo as costelas e pousando na linha delicada de seu maxilar, inclinand

a palma da minha mão calejada. Meus polegares acariciaram o contorno macio de seus lábios inferiores, sentindo-os estremecere

o com um ódio que só os corações mais p

va de uma menina assustada que a sua matilha jogou aos corvos,

am de lágrimas de fúria, vi sob o tecido rasgado de sua gola a cicatriz em forma

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