ael
ndo que a Deusa da Lua me a
grenta de meu pai na Batalha dos Montes Cinzentos, a primeira coisa que o
ilaram diante do meu trono de pedra, ostentando p
ta gigantesca, impiedosa e faminta, ro
todas eram
ravado na minha alma quando eu ai
turno, chuva fresca
da pelo conselho da matilha como uma "aberração sem loba", ban
ada de Vargem Negra, o vento me tr
e, osso, curvas perigosas e uma postura desa
segurava uma adaga de prata com a pe
meu peito, fazendo arder as terminações nervo
nada comparada à tempestade de lux
s costelas de dentro para fora, u
la voltou!
to dela sob a lu
bre os ombros finos, emoldurando seus lábios carnudos e
dilatação de suas pupilas e a vermelhidão intensa que subia por seu pescoço de p
meu peito. - Está com medo de que eu rasgue a sua garganta com as minhas presas, ou está em pânico po
s sua voz falhou na última sílaba. O peito dela subia e descia em u
tível para olhos humanos, desviei
re as folhas secas sem que
tura fina com meu braço esquerdo, puxando seu corpo pe
colidindo arrancou um gemi
contra o meu, foi um golpe esmagador de
ra pe
rpo como se tivéssemos sido molda
ndo as costelas e pousando na linha delicada de seu maxilar, inclinand
a palma da minha mão calejada. Meus polegares acariciaram o contorno macio de seus lábios inferiores, sentindo-os estremecere
o com um ódio que só os corações mais p
va de uma menina assustada que a sua matilha jogou aos corvos,
am de lágrimas de fúria, vi sob o tecido rasgado de sua gola a cicatriz em forma

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