img Alemão: O Dono do Morro  /  Capítulo 3 Sete Dias Trancada | 27.27%
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Capítulo 3 Sete Dias Trancada

Palavras: 4031    |    Lançado em: 18/08/2026

AL

ndo à risca as ordens daquele homem, sem ver ninguém além de dona Dalva, a enfermeira que limpava meu

ede. Tirava a arma da cintura, sentava na cadeira ao me lado e

gulada, dormia de manhã e passava a noite em claro, assistia TV

tando ver se eu estava dormindo mesmo e as vezes, era impossível me controlar, a vontade de rir era enor

passos do lado de fora, a porta abriu antes da

em fechados, ouvi a porta abrir e fechar de novo e s

estava parado em pé, me en

mecei a r

virando para ele e puxa

cê é péssima demais, fingia tão bem tá dormindo que dormi

a? - pergun

abrindo as folhas que ele s

u nada? Era um sa

eu. Só venho pra cá porque é silencio

pergunto me levanta

conta. - respon

que você vem me visitar todo dia. - d

itar. - responde a

pego um copo com água, sentan

eça sem me responder.- De onde? - pergunto j

m os olhos verdes extremamente vermelhos, cer

oldado também, porra? - ele pergunta

vantando da cadeira

ava no

Felipe deveria estar surtando, tentando esconder o que

ra vez em meses, eu respirava

iscutir baixo com ele mesmo sobre o que ti

u peso bem melhor. O quarto parecia estar encolhendo ao meu red

como um soco. Ruas estreitas, mototaxis rasga

de moletom e uma regatinha pequena, mas meu cabelo, min

tá moscando fo

loqueou meu caminho. Ele portava um rádio na cintura e um fuzil e

va caminhand

ele deu um meio sorriso seco e fez um sinal com a cabeça para dois rapazes armados atrás

a de beco, ele sobe uma pequena escadaria que dá na frente de uma casa mais ou menos. Ele entra caminhand

Taliba. - a voz ecoa pela sala, grossa, rouca, carregada de raiva. Dou dois passinhos pra

e tiração? Sou teu amigo

desrespeitar minhas ordens. -

o sofá, todo jogado, enquanto eu p

que eu já mandei sair uma vez, se eu t

atendo perna perto da s

Tentei ao máximo segurar o olhar dele, mas não deu, de

em, né? - a voz dele saiu b

boa. - respondi, tentando susten

Ele apenas olhou para T

e do L

pegou no ar, guardou no bolso

car uma idéia com a paty. - T

a arma na cintura enqua

daqui, né? - pergunto co

não responde,

a pra ninguém, nunca mais você vai me ver. - Ele me encara e bal

então, pô. -

as permaneci calada enquanto ele

, como você acha que eu quero, tu já tava cavando a cova,

ática, encarando o sorrisinh

levemente o dedo no meu p

o de mulher é tu, que apanha de namorado? - eu não sei se ele estava j

consegui controlar o choro. Ele tinh

impo o rosto. Ele passa p

em dis

las escuras e eu entrei também, sent

movi, escrevendo meu endereço na Barra enquanto ele avalia ca

teralmente acabei de dar meu endereço pra um traficante

absoluto. Ele dirigia com uma mão no volante e a outra na arma

s. Ele simplesmente agia como se eu fos

le vi

o trânsito parava, ele desviava o olhar diretamente para mim

tivo no pescoço e parava no meu corpo antes de voltar para a pista. Ele n

Olhando para o perfil dele, percebi o quanto eu estava anestesiada. Felipe passo

igação que não me satisfazia. Eu sabia, naquele momento, que o que me prendia ao Felipe não era amor, era

o lugar a um desejo, puramente físico. Eu queria sentir alguma coisa d

sar de estar toda remendada, ele só queri

linhas, o carro para. Ele me olha, mantendo seus olhos nos meus

e olhando assi

laxa, gatinha. - E

e andar e cair depois disso, o efeito da

sse, sem me olhar nos olhos. Uma ordem seca para manter

ço dele. O músculo sob a minh

a voz doce, sem hesitaç

regando que ele tinha pensado besteira. Seus

entrar onde

ecer se você não colaborar? Eu posso f

ando o risco, o território, o absurdo da situação. Mas o desejo venceu a lógica. Com

u baixo negando com a cabeça enquanto a b

olhos escaneando os móveis caros e a vista como um predador em território estranh

o uma confortável de ficar em casa mesmo. Voltei pra sala e o vi

ar aberta, a visão do seu peitoral era perfeita, a arma na ci

sse pra mim e ele abriu

a calma enquanto pegava alguns ingredien

olhar dele acompanhando as curvas do meu corpo. Ele estava me despindo mentalmente, e aquela aná

apoiando as mãos no balcão, ficando a poucos centímetros dele que já tinha levantado do sofá e voltado

? - perguntei, a voz sain

e, eliminando o espaço entre nós. O cheiro de

pele do meu ombro e subindo até o meu queixo, forçando-me a olhar direta

do meu, e sua voz saiu num sussurro qu

quer que eu faça o que tu tá me pedi

almente de

a força possessiva. Ele me beijou, me colocando em cima do balcão. Não tinha

e olhar marcante pedindo permissão pra tocar em mim. Eu sabia que tava

nsigo sentir o volume roçando em mim. Me j

ção aos dois antes de descer beijando minha barriga

mente nublada. Aquela visão dele me chupando enquanto olha pra mim foi a coisa ma

fez muito isso, por

s pernas e ele parou, subindo para me

ele me joga na ponta da cama e roça o pau massag

cuidado e mete pra dentro me fazendo gemer baixinho

contrair mais, eu já estava no limite pelo oral, queria goz

vido. Encarei seus olhos, enquanto sentava nele do melhor jeito que eu podia, dada as condições do meu pescoço. Ele

uvi o gemido rouco dele no meu ouvido enquanto ele acariciava meu cabelo e beija

de vergonha e dei um selinho

o meu banheiro. Deito na cama extre

o celular, recusando as ligações que estava

damente, um sono pesado e sem sonhos que eu não tinha há meses. Ao meu lado, ele segui

olhos devagar e vi a silhueta dele contra a luz fraca da janela.

oz rouca pelo sono, puxand

nou de abotoar a calça

etornando, sem qualquer resquício da intimidade. Pra ele o

ápido, vestindo meu vestido e segui. Queria dizer algo, mas ele já estava perto da

sse a porta, a tranca

nvadiu o meu apartamento. Ele estava em surto, os olhos vermelhos de puro ódio. Ele vinha buf

se instalou foi

arecia no corredor do quarto. - Então você estava aqui? Eu feito um idiota tentando limpar a merda q

com um punhal sete dias atrás agora entrava na minha casa exigin

oando pelas paredes altas. - Você quase me mato

minha direção com o dedo apontado, o rosto vermelho. - Você vai calar a porra da boca, você

minha garganta. E no canto da sala, o gostoso posturado apenas olhava. A expressão completamente imutável, os olhos fixos

e pela falta de reação do home

, avançando um passo na direção dele. - Quem porra é esse pau no c

No mundo do crime, desresp

por um milímetro. Ele não

indo para cima de mim com o braço estendido, pronto par

ssir... Me levou até a parede onde me prendeu contra el

Alemão andar s

tar que os dois se matassem ali dentro. Eu estava em pânico, dividida entre o medo do que Feli

para o olho humano acompanhar. A paciê

surgiu na mão dele. Um estampido seco

mim, eu não senti dor nenhuma, em c

e o sangue começava a empoçar rapidamente no meu tapete claro. Ele chorava e s

da cozinha, as mãos cobrindo a boca em choque. Olhei para a ar

o no meio da minha sala ativou um reflexo automático de pânico e aq

cia crua do morro se materia

do ele abrir a porta pra sair. - Você não vai levar ele no hospital?

naquele momento foi o mais gélido, ríspido e cortante que já tinha direcionado a mim. Tinha um desprezo profundo ali. Ele

ia eram regras absolutas, ver uma mulher defen

pé.- ele respondeu, a voz cortante como uma lâmina, desprovida de qualquer sentimento

olhar para trás uma única vez. A porta do

e superei. O cara simplesmente atirou, sem remorso

a? - gritou - Eu preocupado com você, e você trans

ia tentado me matar. Falei sério quando disse que terminamos, e

tapa arder no meu rosto.

urrando ele pra fora com pé machu

ho que ele percebeu que eu explodi de

e foda, e

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