img Casei com o Bilionário que eu odiava  /  Capítulo 4 A máscara de gelo e o encarar da fera | 40.00%
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Capítulo 4 A máscara de gelo e o encarar da fera

Palavras: 1683    |    Lançado em: 11/08/2026

minhas narinas de um jeito que me causava ânsias de vômito genuínas. Estar ali, sentada em frente àquela penteadeira ilumi

guranças do meu pai me interceptassem. Duas horas sendo puxada, empurrada, lambuzada de maquiagem e espremida dentro d

ndo sobre os meus ombros como se cada pedraria carregasse o peso literal do império Carter-Smith. Era um vestido de noiva ante

profissional, uma mulher entusiasmada que não fazia a menor ideia do furacão político e emoc

Um verdadeiro sonho de princesa - murmurou ela, sorrindo

e planejando métodos altamente criativos de assassinato corporativ

a? - minha voz saiu fria, corta

provador VIP, fechando com cuidado. Fiquei sozinha com o meu reflexo. Respirei fu

endo meus olhos arderem não de raiva, mas de uma dor profunda e sufocante

finitamente mais dolorosa do que eu ousava admitir. Vestir aquela armadura branca, colocar aquela máscara de perfeição e aceitar desempenhar o papel de fanto

s e dentes na Europa - haviam sido esmagados, pisoteados e jogados no lixo para dar lugar a uma transação comercial entre dois velhos bilionários arrogantes. Eu estava s

a, todo o esforço de manter a pose desmoronaria. Apertei os olhos com força, mordi o lábio inferior até sentir o gosto metálico de sangue e forcei o

orta interrompeu o m

altam cinco minutos. Os convidados já estão todos aco

o, manchando o vestido de grife de milhares de dólares. Minhas mãos começaram a tremer de um jeito incontrolável. E

visceral a tudo o que estava prestes a acontecer. Mas, à medida que o pavor inicial

veias, correndo como lava derretida direto para a minha cabeça, dissip

go brilhando nas minhas retinas. A garota assustada e vulnerável tinha ficado para trás, trancada na escadari

u pai fez um gesto solene, indicando o corredor iluminado por lustres

própria revolta. Cada passo em direção àquelas portas duplas de mogno maciço parecia uma marcha fúnebre em

se virava instantaneamente em nossa direção, o som ambiente silenciou de forma abrupta. Câmeras de fotógrafos da imprensa econ

tamente ensaiado, gélido e impecável colado no rosto. Minha mãe, sentada na primeira fila, assentiu com a cabeça em um gesto mudo de

indestrutível, ruiu e se estilhaçou no exato segundo em que meus olhos varreram o al

om tanta força pela minha ga

ith est

forma catastrófica, ele est

irritante. A camisa social branca estava perfeitamente abotoada, contrastando com a gravata escura e o cabelo escuro levemente despenteado de um jeito proposital que fazia parecer que ele acabara de sair da capa de uma revista d

o se casar comigo sem pestanejar, apenas para garantir a fusão dos impérios e manter a engrenagem familiar funcionando a todo vapor. Ele parecia

as estratosféricas. Cada célula do meu corpo gritava de repulsa e ódio acumulado. A vontade

os passos tornaram mais lentos, presos

ossos olhares se c

s flashes das câmeras, a música clássica tocada ao fundo pelo quarte

desprezo e a mesma eletricidade explosiva que queimavam dentro de mim. Naquele breve segundo em que nossas retinas s

l e avassaladora, que eu percebi o quão terrivelmente difícil seria me concentrar no meu plano de destruição quando eu estivesse respirando o mesmo ar que ele a c

de noiva perfeita colado nos lábios enquanto o juiz

om uma promessa silenciosa de guerra, e, num sussurro quase inaudível apenas para mim

cela, Charlotte. Prep

uma lâmina afiada, e devolvi o golpe com a voz mais ve

uco perto do que eu vo

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