ll
njo
se tornado sua anjo salvadora após dias de s
imagens vieram como
, invadindo suas narinas, fazendo-o tossir. A tosse sacudia seu corpo, espalhando ond
e molhando a carne exposta pelo rasgo na calça. Um braço també
a fazê-lo vomitar. Então se afastou. Pouco a pouco se deu conta que não sabia onde estava, de onde tinha vindo
ndo seus pés, galhos arranhando sua pele, sol impiedoso durante o dia e frio cortante à noite. Cada passo uma tortura, pois a planta dos pés ficou em carne
como um bálsamo. A sede cessou, mas a fome permaneceu. Para não perder a fonte, segu
equenas, vermelhas, de aparênc
e
fizeram dobrar-se, gemer, suar frio. Mas a fome era implacável. Em alguns momentos, quando ela supe
o, ainda reclamando, insatisfeit
que venceu a mata e pisou no asfalto, foi atraído pelo che
nos pés, nem para os olhares e murmúrios que o cercavam como as moscas da mata, se
azer enquanto a massa macia e morna se dissolvia em sua boca, o sabor explodindo na boca. Mastigou com
escapando de seus dedos e rolando para longe. Tentou capturá-lo, mas novos golpes
sourada atrás de vassourada. "ESSE RAT
cia frouxa, as palavras desconectadas de sua mente, incapazes de saírem. Piorand
RATO!
ra isso que ele era? Um rato? A confusão era tanta que ele mal conseguiu processar
ificuldade para a voz sair, mas se forçando na e
OCA, RATO
ue ele fizera de tão errado?
sobre o lençol branco. A memória era dolorosa, cada golpe
mbrou dela,
á fazend
que pioravam suas dores, mandando-os para longe antes de se vo
stendendo a mão para
a
a era. Um anjo enviado pa
? O q
ava sua cabeça ao buscar
só havia vazio... e dor. A fome, a sede, o corpo ferido, a dor cortante atravessando sua ca
sua mente. Estava em branco. Não havia
rem, seu nome é
mas era tudo o que tinha. Uma identi
rava dificuldade em liberar a pala
ácil e sentia que lhe p
ta se
ou erguendo
certezas, seu mu

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