elo vidro. Seu corpo ainda doía, mas sua mente doía ainda mais. Nas últimas vinte e quatro horas, tentaram assassiná-la. Duas vezes, talvez três. Descobrira que seu pai escondia segredos obsc
comodava pr
volante e o rosto impassível. Parecia uma estátua. Uma estátu
- a voz dela rompeu o silênc
cruzou o
matou u
imples, direta e sem nenh
cou, atônit
O
O que você queri
. Talvez esperasse alguma justificativa, uma desculpa, qualquer de
e arrepende?
maneceram focados
brutal a desar
ouco a sair. - Porque e
to para a janela, tentando ignorar aquilo e a forma como ele dizia essas coisas, como se
arou. Cecília saiu do veículo e o ar frio atingiu seu rosto. Ao erguer os olhos, encontrou a cabana. Era imensa, construída em madeira escura
a isso de e
orta da caminhon
ário de film
Ót
olhos. - Você
evenida. Porque, por um segundo, ele não parecia um mafioso intocável. Parecia apen
alava uma estranha sensação de lar, o que era ridículo, já que ela jamais estivera ali. Ou pelo menos acre
obrancelha. - Você an
Si
ida can
não faz
armadura, do mafioso e do homem perigoso, havia alguém exausto, carregando um peso enorme nos ombros. Mas, antes que
izar os pensamentos, buscar alguma lógica naquele caos e entender Lucien - uma tarefa impossível. Seu olhar vagou pelo ambient
e C.C. Lucien Moretti e Cecília Castellani. O ar desapareceu de seus pulmões. Ela virou o objeto várias vezes, confusa e atordoada. Aquilo não era possível, não podia ser. Mou imediatamente assim que viu o objeto nas mãos
o? - a voz de
não res
uci
no colar, como se ele estivesse vend
a no me
o mudou em seu rosto; algo p
isso - ela exigiu, fart
zer
faz isso. Você faz isso. Todo mundo faz isso! E eu s
cíli
, apertando o colar com força entre
receram de imediat
esp
nda
eceu? Tentaram me matar. Minha vida virou um desastre. Eu enco
um passo à frente. Apenas um, mas foi o suficiente, porque de repente ele
aber? - a voz dele soou
Si
lutando contra si mesmo, tentando não dizer o que estava prestes
linar sob os pés da
e seríamos amig
cou instantaneamen
ior do que um golpe físico, mas desapareceu muito r
u s
sde que o conhecera, Cecília sentiu culpa. Culpa por algo que não ti
mpre fazia. Enquanto isso, dentro da cabana, Cecília não conseguia fechar os olhos. A cabeça estava cheia, o coração també
do que deveria ser. Ela franziu a testa, examinou-o melhor e encontrou um compar
ra Lucien. E os dois estavam abraçados, sorrindo de orelha a orelha, felizes como duas crianças inseparáveis. Mas não foi a imagem que lhe
er, vou me cas
explodiu de vez dentro da sua mente. Um lago. Sangue. Gritos. Um
o

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