. Eu tentava desesperadamente focar nas planilhas de custos e na organização da caixa de e-mails, mas
deixando com a sensação perturbadora de que eu havia imaginado toda a intensidade do momento. Ma
tura impecável, usando um terninho azul-marinho que gritava eficiência e falta de humor. Ela não me deu nem "bom dia". Apenaseca. - Precisam da assinatura do Sr. Vance imediatamente. Os investidores asiá
para a pasta e
er que eu... l
s, suspirando como se a minha exi
aro que é para você levar lá dentro! Eu tenho uma crise com o setor de Relações Públi
ling disse... - tentei argumen
os para trás e saia. Não é difícil, garota.
eu no corredor, me deixando sozinha c
ntei-me, alisei minha saia modesta e caminhei em direção à fortaleza de vidro. Cada passo
painel na lateral. Aproximei meu crachá recém-impresso. Um bipe sua
rês graus abaixo do resto do prédio, e tinha um aroma inebriante, uma mistu
O escritório era imenso. Havia estantes repletas de livros encadernados em couro, um bar de cristal em um canto e uma área de
apenas até a altura do peito dele, para não quebrar a re
que parecia um protótipo de tela sensível ao toque de altíssima tecnologia. Ele deslizava
o detalhe que me fez
va sem a
am mãos grandes, de dedos longos e elegantes, as veias levemente saltadas sob a pele pálida. Vê-lo assim, expondo algo q
tica que eu hesitei. Meus pés pa
izar os dedos pela tela. Ele não se virou, mas sua voz
r autorizado ninguém a e
ixo-ventre. Tentei engolir o nó na garganta para respond
ua postura mudou. Seus olhos cinzentos recaíram sobre mim, tão afiados que poder
a minha sala? - ele exigiu,
har dos olhos dele, focando no nó da sua gravata de seda escura. - Sou a nova assistente júnior. A Sra. Montgomer
me avaliou por um longo instante. O peso da sua atenção er
us sapatos sem graça, e então voltou ao m
e de volta para a tela interativa, descartando
ao meu medo. Máquina programada para facili
la maldita pasta e sair correndo para o ar seguro do corredor. Mas, na minha pressa cega, meu sapato esqu
eu entrar em
u das minhas mãos, batendo na quina da mesa de mogno e explodindo em uma
e na minha trajetória estava a borda afiada
aços para proteger o rosto, preparando-me para a dor aguda do im
o com o vidr
brutal e incrivelmente á
raços com uma precisão assustadora. O movimento foi tão abrupto que o ar foi expulso dos meus pulmões
eiro para processar a mudança de t
e estava me
ue eu esmagasse o rosto no vidro. Suas mãos... suas mão
egado levemente para cima. Os dedos longos e nus do bil
lateral, enquanto a outra mão apertav
as parou. Ele de
tivesse um ataque de pânico, que os seguranças entrassem correndo porque a ass
disso a
centímetros de seu pescoço. Pude sentir a respiração dele falhar. O
ousei ergu
vada, as pupilas dilatadas de uma forma que devorava o cinza da sua íris. Sua respiração, ant
a o menor indício de asco. O que estava irradiando do toque dele era uma corrente e
assou de um sopro. Tentei me afastar, ciente de que esta
dele se apertaram na minha cintura, afundando na minha p
instintivo e predatório de quem acabara
ntima. O cheiro de cedro dele me envolveu, entorpecendo meus sentidos. Os olhos dele, agora
ebrado apenas pelo som alto e d
controu o medo ou o nojo de sempre. O que brilhava naqu
fo
omo se eu fosse a única refeiçã

GOOGLE PLAY