: Segunda
her
Is
quebrando qualquer distâ
, a velha Katherine ainda estava ali, a Kat reprimida, que passou a vida inteira tentando s
esespero desajeitado de quem só queria calar os próprios pensament
r devagar pela minha nuca, os dedos longos se enroscando n
go avassalador ditado por ele. A boca dele era quente, firme, e me dominou com uma facilidade a
os meus pulmões. Recuei um pouco, encarando-o, e a
Olhei para o maxilar marcado dele, para os olhos cinzas que me fitavam com um
uanto eu tentava me levantar do estofado. -
econhecimento ou curiosidade que não consegui decifrar. Ele apenas esticou o braço com calma
lcão do bar, sentindo o rosto arder tanto que tinha certeza de que estava vermelha. Aquilo n
ao barman, precisando de qualquer
vá-lo à boca quando um homem de meia idade se aproximou, s
eber sozinha a essa hora da noite - ele
com polidez, cortando o assunto de imediato
O nome de Adam brilhava no visor pela vigésima vez. Ele não tinha p
apenas repulsa. Ignorei a chamada, vi
o completamente o meu fora. Ele se aproximou mais, o cheiro de loção bara
e eu mais queria era subir para o meu quarto, me trancar, dormir
ão do homem se fechou firme ao redor da minha cintura,
recisa fugir assim - ele d
dele, mas os dedos dele se enterraram na minha pele, m
o entendeu o recado na hora, largando o pano
ixar a senhorita ir - o barman inte
onário e os meus protes
amos subir para o meu quarto. Assim
pela minha garganta, e eu estava prestes a gritar quando uma presença maci
te fria e autoritária ecoou logo atrás do h
stranho dos olhos cinzas. O homem era consideravelmente mais alto, m
comigo... - o chato tentou b
promessa de violência silenciosa em sua postura foi o suficiente. O homem soltou a minha cintura num sobr
inha cabeça girou e meu corpo pendeu para o lado. Eu teria desabado no chão se dois braços for
a voz dele soou p
ndo me firmar nas próprias pern
nte perto do meu cotovelo, garantindo que eu não caísse.
ada aqui? - pergun
No déci
eu quarto. Você mal cons
elevador. O trajeto até o décimo andar pareceu eterno; o perfume amadeirado del
porta e passei o cartão magnético, ouvindo o bip
me trazer até aqui. Eu fui uma idiota lá em
m me desculpar por algo que provavelmente ele já se esqueceu. Ele d
noite,
prio cartão do bolso e abriu a porta vizinha à minha. O quarto dele era e
eserto, olhando para a made
uente nas minhas veias. A adrenalina da traição do Adam, a humilhação do meu pai, o sabor do uísque e, princ
e ser a garota certinha que aceita
m. Dei os dois passos necessários, parei em f
maçaneta girou e a porta se abriu, eu
estava s
que desciam em linhas perfeitas até o cós da calça social escura que ele ainda u
lo seu abdômen. Um brilho divertido e p
ele chamou a minha atenção, a voz ai
s bochechas
- gaguejei, as palavras sumi
peito, desfrutando visivelmente do meu claro desespero. Eu travei. Mas olhar p
ando o batente da porta e e
minha direção, fechando o espaço que eu tinha t
garota? - ele perguntou, o to
pele dele emanar contra o meu corpo. Pela segunda vez naquela noite, mand
ra a boca dele e r
Vo

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