img Casei Com O Pai Do Meu Ex  /  Capítulo 5 Segunda vez na noite | 50.00%
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Capítulo 5 Segunda vez na noite

Palavras: 1626    |    Lançado em: 13/07/2026

: Segunda

her

Is

quebrando qualquer distâ

, a velha Katherine ainda estava ali, a Kat reprimida, que passou a vida inteira tentando s

esespero desajeitado de quem só queria calar os próprios pensament

r devagar pela minha nuca, os dedos longos se enroscando n

go avassalador ditado por ele. A boca dele era quente, firme, e me dominou com uma facilidade a

os meus pulmões. Recuei um pouco, encarando-o, e a

Olhei para o maxilar marcado dele, para os olhos cinzas que me fitavam com um

uanto eu tentava me levantar do estofado. -

econhecimento ou curiosidade que não consegui decifrar. Ele apenas esticou o braço com calma

lcão do bar, sentindo o rosto arder tanto que tinha certeza de que estava vermelha. Aquilo n

ao barman, precisando de qualquer

vá-lo à boca quando um homem de meia idade se aproximou, s

eber sozinha a essa hora da noite - ele

com polidez, cortando o assunto de imediato

O nome de Adam brilhava no visor pela vigésima vez. Ele não tinha p

apenas repulsa. Ignorei a chamada, vi

o completamente o meu fora. Ele se aproximou mais, o cheiro de loção bara

e eu mais queria era subir para o meu quarto, me trancar, dormir

ão do homem se fechou firme ao redor da minha cintura,

recisa fugir assim - ele d

dele, mas os dedos dele se enterraram na minha pele, m

o entendeu o recado na hora, largando o pano

ixar a senhorita ir - o barman inte

onário e os meus protes

amos subir para o meu quarto. Assim

pela minha garganta, e eu estava prestes a gritar quando uma presença maci

te fria e autoritária ecoou logo atrás do h

stranho dos olhos cinzas. O homem era consideravelmente mais alto, m

comigo... - o chato tentou b

promessa de violência silenciosa em sua postura foi o suficiente. O homem soltou a minha cintura num sobr

inha cabeça girou e meu corpo pendeu para o lado. Eu teria desabado no chão se dois braços for

a voz dele soou p

ndo me firmar nas próprias pern

nte perto do meu cotovelo, garantindo que eu não caísse.

ada aqui? - pergun

No déci

eu quarto. Você mal cons

elevador. O trajeto até o décimo andar pareceu eterno; o perfume amadeirado del

porta e passei o cartão magnético, ouvindo o bip

me trazer até aqui. Eu fui uma idiota lá em

m me desculpar por algo que provavelmente ele já se esqueceu. Ele d

noite,

prio cartão do bolso e abriu a porta vizinha à minha. O quarto dele era e

eserto, olhando para a made

uente nas minhas veias. A adrenalina da traição do Adam, a humilhação do meu pai, o sabor do uísque e, princ

e ser a garota certinha que aceita

m. Dei os dois passos necessários, parei em f

maçaneta girou e a porta se abriu, eu

estava s

que desciam em linhas perfeitas até o cós da calça social escura que ele ainda u

lo seu abdômen. Um brilho divertido e p

ele chamou a minha atenção, a voz ai

s bochechas

- gaguejei, as palavras sumi

peito, desfrutando visivelmente do meu claro desespero. Eu travei. Mas olhar p

ando o batente da porta e e

minha direção, fechando o espaço que eu tinha t

garota? - ele perguntou, o to

pele dele emanar contra o meu corpo. Pela segunda vez naquela noite, mand

ra a boca dele e r

Vo

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