4: Acho m
her
avras do Adam me at
nha empresa. Se eu fosse embora, corria o risco de perder tudo o
e eu fosse a Kat carente que sempre rastejava por atenção e
. Eu sabia. Mas hoje e
misericórdia ao meu pai como fiz tantas vezes no passado. D
or da cidade. E ela era a melhor porque eu a comandava. E se eu coma
anto, encarei o can
ireito e competência - afirmei, a voz saindo fria e co
ter, mas levantei a mão, in
seu pai, que, convenhamos, finge que você nem existe... - vi a expressão dele murcha
a feliz com essa ap
do os protestos e resmungos indignados que ecoaram atrás de mim.
minha empresa e tudo o que me pertence. E quando iss
a principal a passos rápidos, ouvindo os passos apressado
o atrás de mim. - Eu juro para você que,
alta, ríspida e to
deixado bem claro lá em ci
antou na minha frente, bloqueand
frente! - ordene
os e segurou meus
relacionamento fora desse jei
er, né? - Puxei meus braços com viol
a tática. Ele ergueu as mãos e segurou o
mpresa para cá, essa... essa é uma oportunidade única para mim! Se você
, as tirando do m
epois de pegar você na cama com a minha irmã? Depois d
elos cabelos, visi
elas coisas porqu
e, genuinamen
cê está se ouvindo, A
entre nós mais uma vez. - Nós podemos resolver isso. Eu
m?! - Uma voz estri
a e vi Ester descendo, o
sto a me deixar p
para ela, focado em não perder
r! Nós dois nos e
a de escárnio diante daquele circo. Esse creti
do uma lágrima invisível no canto
uffet, a igreja e muda na cerimônia o nome de Kat
par no rosto da minha irmã. Não esperei mais nada. Dei as costas
rugiu, mas, antes que eu pudesse engatar a marcha, a mão
hos faiscando. - Se for embora agora, eu juro que me caso com a
da entrada, Ester, meu pai e Céline estavam parados, me enc
ativa, achando que tinha o jogo ganho. Levei minha mão a
ando que tinha me dobrado. Aproximei meus lábios dos dele, quas
do... Vê se d
a, pisei fundo no acelerad
erdeu no som dos pneus cantan
o estômago embrulhado pela adrenalina que começava a baixar. Eu estava exausta. Cansada de
loto automático ligado. Antes de subir para o quarto, perguntei ao funcionário on
o de madeira, e apoiei
enhorita? - o barman per
imado, a exaustão pe
que você tiver
e virei de uma vez, sentindo o álcool descer queimando e
i, empurrando
io outra. E
as e a minha inibição completamente esquecida no fundo do copo. Foi exatamente ne
postura imponente; mesmo sob o tecido fino da camisa social escura, dava para perceber o contorn
za ele era um
va de uma distração. Qualquer uma. E não tinh
s pela bebida. Caminhei firme até a mesa dele e, sem pedir licença
ado, caro e absurdamente mas
omens mais lindos que eu já conhec
ábios, deu um gole calmo em sua bebida e me
cê voltar para o
u peito. O encarei de frente. Os olhos dele eram
mbraram alguém, uma semelhança incômoda que ten
pondi, umedecendo os lábios, deixando o deses
ro, virando o rosto totalmente para mim. A
que
o, e um sorriso malicioso dese
Is
quebrando qualquer distâ

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