dal
ando me afastar, mas ao pass
nfortável, e puxei bruscamente meu
S-
o meu? _ Seu tom era
ou, parecia até que meu ato f
se precisar de algo é só pedir pelo interfone, se não f
que consegui sem correr. Meu coração batia descompassado. Não era medo... era
raço. Peguei o carrinho de roupa suja e comecei a separar os lençóis das cabanas já desocupadas. O t
enquanto jogava os lençóis na lavadora. Acha
dando o último travesseiro quand
rpre
no da tarde. Ela segurava um bolinho simples de chocolate com uma velinha
Disse ela, orgulhosa. _ F
nos que ninguém lembrava. Meus olhos arder
você não
a! Come logo antes q
Alguns caíram no meu cabelo e ombros. Era uma comemoração pequena, quase bob
uando o telefone da recepção tocou. Ela a
r extra. Disseram que está
Era meu
Já terminei
o, pintando a floresta de tons dourados e alaranjados. Enquanto caminhava, um sorriso bobo ainda permanecia no
entia..
percebi. Cabana 3. A mais isolada. A que
iu antes mesmo
baixa na cintura. A luz quente do interior iluminava os músculos def
parando nos meus ombros. Um confete
deza, tirou o pequeno pedaço de papel colorido
Perguntou com a
ndo o rosto esquentar. _ Eu es
brancelha, claram
e q
m momento considerei
ntando o queixo levemente
do hoje, Magdalena? _ Mais uma vez ele
cinco...
to. Um sorriso largo, predatório, que deixou à mostra as presas afiadas. Seus ol
rmurou, como se já sou
para o lado, abri
pode colocar o cobertor n
eira como esse hospede se comporta é muito estranha e assustadora. Porém, eu já vi homens assim. Arrogantes
como se soubesse exatamen

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