dal
trinta e c
da solidão que aprendi a carregar como um casaco velho. Sentei-me na borda da água, com as pernas mergulhadas até os joelhos, sent
ho da queda d'água abafar as m
vam para um homem que eu mal conhecia. "É a vontade de Deus", eles disseram. A religião deles sempre
ha barriga continuava plana. "Amaldiçoada", foi a palavra que ele cuspiu na minha cara no dia em que me expulsou de sua casa. Meus p
e eles me co
marido, nem futuro. Apenas cicatrizes e uma raiva
Não permiti que ninguém se aproximasse o suficiente para me rejeitar novamente. O que restou foi este emprego noente, aqui me sinto mais segura do que entre os humanos. Os lobos pagam bem, não fazem muitas perguntas e raramente se interessam por uma
ipal antes que escureça. Hoje chegou um hóspede novo. Um alpha, pelo que me avisaram. Não me deram nome, apenas
costume de incomodar
antigas, quase protetoras. Às vezes converso com elas em voz baixa. Soa loucura, mas é melho
murei para mim mesma, com um riso s
observando. Parei no meio da trilha e olhei ao redor. Nada. Apenas o vento balançando as
ensação. Provavelmente deve ser cansaço
as na fruteira, troquei as toalhas do banheiro principal e arrumei o vinho tinto que o hóspede havia pedido. O c
esta com a
ara minha cabana, melhor. Não queria cruzar com esse alpha. Quanto
o som de passos atrás de mim. Pe
-me d
ificial. O cabelo castanho-dourado estava ligeiramente úmido, como se tivesse acabado de voltar de um banho ou de uma corrida n
té porque o que tenh
uarto..._ Disse ele, a voz grave e arrastada, c
ena. Se precisar de algo,
como ele me encarava fazia minha pele formigar. Ele não olh
frente, invadindo m
aboreando cada sílaba. Um leve sorriso su
ntro de mim gritava para eu sair dali
s um alpha ric
batia como se eu estives

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