img Com prazer, Senhor Professor  /  Capítulo 5 A dívida | 29.41%
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Capítulo 5 A dívida

Palavras: 1852    |    Lançado em: 29/06/2026

la de aula. As palavras de Matteo ecoavam em sua mente: Potencial sem preparo é

um professor frio e enigmático. Tinha aulas para estudar, o restaurante para ajudar, e uma sen

sentados no balcão, tomando café e comendo torta de maçã. Sua mãe, Rosa, estava atrás

deixando a mochila no

saiu mais baixa que o normal.

não a tinha olhado quando respondeu, e seus ombros e

ena se aproximou do balc

via lágrimas não derramadas neles, um

z trêmula. - E hoje de manhã, quando fui acordá-lo,

chão sumir debai

quer dizer co

não voltou. Eu pensei que ele tivesse dormido na casa de algum amigo, mas... - El

? O que e

ue pode ter ido viajar com algum amigo sem avisar. - Rosa balançou a

semana passada voltou à sua mente: os olhos fundos, o

lê. Só uns bic

rado. Tinha de

. Sua comple

ena perguntou, a voz mais urgente. - Nos

, mas normal. - Rosa apertou o pano entre as mãos

da cozinha, o avental ainda amarrado na cintu

ão falando

Helena. - A mamãe est

ssando a mão pelo

r em pânico. Caio é um homem feito. Ele pode te

r - insistiu Rosa, a voz subi

esposa. - Mas vamos esperar até amanhã. Se

stômago revirar. Se Caio estivesse envolvido com algo

ais ela pod

Seus movimentos eram automáticos servir, limpar, sorrir enquanto sua mente girava

lena ajudou os pais a fechar o restaurante. O silêncio

do as escadas com passos lentos.

zinha por mais alguns minutos, olhando para

eçou. - Você acha

der. Quando falou, su

Mas algo me diz

tou na cama e pegou o celular. Havia uma mensagem de Beca: E aí, va

ase sorri

responder. Não tinha energ

foi inquieto, cheio de sonhos onde Caio corria po

frente se abrindo. Ela se sentou na cama, o coração

a chamou, le

a correu para o corredor e viu seu irmão entrar

trás dele. - Onde você

uando viu o

a direita, e seus olhos estavam vermelhos, fundos, como se não tivesse dormido em dias. A camise

ssurrou, levando a mão à boc

deu, a voz rouca, desvian

seu braço. - Você está machucado. Você sumiu por dois dias.

ar, mas Helena aper

ão tem nada que

s fixos nos dele. - Me conta agora o

traiu. Ele sabia que e

gostar - ele di

importo.

ficou em silêncio, os olhos fixos no chão. Qu

ira, Helê. Uma bes

braço dele, ma

ue vo

um negócio fácil. Dinheiro rápido. - Caio passou a mão pelo rosto

ntiu o sa

ipo de

- Ele baixou a cabeça. - Mas aí eles me chamaram para um jo

go d

e deixaram confortável. No começo eu estava ganhando. Aí... comecei a perde

nas fraquejarem. Ela

você perd

eu. Caio não levanta

em

no quarto pequ

tiu, a voz saindo estran

dias... - Caio engoliu em seco. - Vão me mat

ter parado de girar. Cem mil dólares. Tri

saiu mais como um sussurro. - Por qu

Queria ajudar o pai no restaurante. Comprar um equipamento novo. Ele sempre fala qu

se partir. Ele fez aquil

o - ela disse, a voz tremendo.

um sorriso amargo. - A gente não tem

ara o rosto machucado. Para

contar para

u a cabeça

O

ão vão suportar isso. O pai tem o coração fraco. A mãe já está p

erada. - Cem mil, Helena. Em trinta d

spondeu. Não

o, enquanto via o desespero nos olhos

Não importa o que

entia. - Juntos. Mas você não pode sumir de novo, entendeu? Se voc

ou por um lo

vai conta

cê vai me ajudar a arrumar esse dinheiro. Vai me falar tudo o

ou a cabeça

teimosa

m sorriso. - Agora limpa esse rosto.

nxugando as lágrimas

. Tá

-se na parede do corredor, fechou os olhos, e deixou o deses

ólares. T

conseguir. Mas sabia

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