stir às aulas, voltar para ajudar no restaurante, estudar até tarde. O cansaço acumulava no
da universitária. Elas almoçavam juntas quase todos os
va era o efeito que Matte
va na sala. Não importava o quanto ele a ignorasse, tratasse como uma aluna qualquer, ou a corrigisse com aquela voz cortante. Ela o obs
rustrante. Era compl
u professor rigoroso e frio que
ção não ou
has de mercado e externalidades, um tópico que ela tinha estudado exaustivamente na noite ante
seu lado, peg
e o Ferraz adora esse tópico. Ele fica horas discutind
pondeu Helena. - V
- Beca riu baixinho.
ranca impecável, os cabelos escuros ligeiramente bagunçados como se tivesse passado a mão neles
sua cabeça. Era o que ele
a aula com uma
dizer o que é uma ex
a sido humilhado na semana pas
... afeta outras pe
sposta sem dó. - Mas já que você abriu a
s gag
ma fábrica qu
caso? - Matteo o pressionou. - Por
le apenas olhou para su
u, um som de p
básico. Vocês estão no segundo mê
ena, sua voz firme cortando o silêncio. - É um custo externo. Os custos de produção privados são menor
u. A sala i
seguiu decifrar. Não era raiva. Não era surpresa.
ele ordenou,
eco. A adrenalina c
, um imposto sobre a atividade que gera a externalidade negativa. Segundo, com a criação de um mercado de permis
olhos estavam fixos nela, e Helena sentiu o
o demais. A taxação pigouviana só funciona se o governo souber exat
sistema de permissões também tem falhas. Pode ser manipulado por grandes empresas que comp
eça, um gesto sutil q
idades positivas? Como
r. - Porque o benefício privado é menor que o benefício social. O mercado sozinho subinvestiria e
Alguns alunos a olhavam com
reação. Seu rosto permaneceu
quadro. - A senhorita Duarte claramente leu o
ra um elogio, não exatamente. Era um reco
-se para ela,
Lena. Voc
stavam fixos em Matteo, que já havia voltado a es
alunos, pressionava por respostas mais profundas. Mas Helena notou que ele não
antar, Helena guardou seus livros devagar. Algo a imp
voz baixa o suficiente pa
orita
va de pé perto de sua mesa, a s
tica. - Mas saber não é suficiente. Você precisa aprender a argumentar sob p
franziu
nhor quer di
Ele a encarou, os olhos de mel gelados. - Se realmente ainda quiser ser monitora, volt
calafrio percor
tipo d
se virou, indo em direção à mes
. Simplesmente começou a guardar seu
ápido demais. O que ele queria? Por que estava tão inte
receu ao
perguntou, os olhos
mentiu Helena. - S
vai a
ecido, os ombros largos, a postura imponente, a fri
a. Mas sabia que, de alguma forma, Matteo Ferraz já es
pondeu, finalmente. -

GOOGLE PLAY