çou como qua
para revisar os e-mails. O cliente do café tinha aprovado o logotipo com alguns a
pequena alteração na c
, sentindo-
om dia - murmurou,
confortável, uma blusa amarela que combinava com sua pele, e tênis bran
a chave do apar
a vida desde que se mudara. Também queria passar na papelaria para comprar novo
suave corria pelas ruas de Manhattan, carreg
do, com os fones de ouvido nas
uando
mia
Quase i
Olhou ao r
ndo. Mas o mia
-auu
is alto. Mais
m vinha de algum lugar perto, tal
roximou c
Tem alg
laranja saiu de
assustados. O pelo laranja estava manchado de terr
u o coraçã
sussurrou. - Vo
, estendendo a
Sua voz era suave, calman
dos. Mas algo na voz de Lara fez com qu
cê está com fome, né? - Ela olhou ao redor. Não tin
rou um pacote de ração e uma tigela de pl
stava lá, encolhi
ão, colocou um pouco na tigela, e colo
am. Lentamente, ela se aproximou, ainda de
e-se imóvel, com a mão ain
começou a comer. Ela devorava a raçã
u os olhos
ou a gatinha comer. - Quan
la. Depois, olhou para Lara. Seus olhos ve
sor
migo? - Ela estend
rente. Cheirou os dedos de Lara. Depo
u o coraçã
você gost
eve demais, frágil demais. Lara a segurou contra
casa - disse. - V
arada foi no
do, uma clínica pequena com uma placa ama
ha. - Achei essa gatinha na rua. Ela
jovem com cabelos grisalho
Coloca aq
mesa de exames. Mas não arranhou, não fugi
onada. - Ela ouviu o coração da gatinha, checou os dentes, examinou o pelo. - Tá subn
ecisa de
oleira, uma caixa de areia, e ração de qualidade. - A vete
riu, emo
bri
recomendados. Saiu da clínica com a gatinha numa
olhou para a gatinha, que a observava at
e Lara ganhou u
e abriu a portinha. A gatinha hesitou por um mom
eirou os móveis, a parede, a janela. Olhou pa
no chão, mant
quena. Pode fi
ssos, depois sentou-se e com
o... um pôr do sol. Ou como... - Ela lembrou do avô. Ele adorava laranjas. Tinha um
la e miou. Baixinho. Q
- Lara sorriu. -
passo em direção a Lara e
olhos se encher
acariciou a cabeça da ga
a foi dedicad
apelão com uma toalha macia dentro, a tigela de raçã
da canto, cada objeto. Aos poucos, f
isse, colocando mais ração na tigela.
iou e come
, o coração c
ulou com alguma dificuldade, mas conseguiu. E
o lado dela, aca
liz aqui, Mexerica. Vou
suave, quase imperceptível, m
ou fotos
eu encont
ndos: "AI MEU DEUS QUE
la se cham
perfeito! Vou aí c
a r
i adora
mandou fot
Mexerica. Minha
, filha, que coisa mais linda! Ela é tão pequeni
sor
a. - Ela beijou a cabeça d
fá, com Mexerica dormindo
do p
o estava
não reconhecia, mas que a acalmava. Mexerica não
ara a parede
s. Era a única coisa que fazia
dele. O que ele fazia durante o d
, trazendo-a de v
acariciando a gatinha. -
ndo. Lara fechou os ol

GOOGLE PLAY