ador toco
de quem nunca precisava de alarmes. Levantou-
na cintura e parou
, uma cicatriz fina na sobrancelha esquerda lembrança de um acidente de carro na ad
ão pelos fios,
gos, peito tatuado com uma frase em latim que ele nunca explicou a ninguém,
preta. Sapatos italianos. Relógio de pulso
onto para enf
hando pela janela para Manhattan despertando. O barulho da cidade lá emba
nunca parava, nunca dormia. Era impie
abalho, a chave do
do 1402. Silêncio. A vizinha
u no elevad
tava esperando co
a, Sr. M
arlos. Vamos
as ruas de Manhattan, passando por arranha-céus,
complexo residencial em Brooklyn 40 andares, design arrojado, foco em sus
em 15 minutos -
Ót
a. As luzes da cidade brilhavam mesmo durante
m prédio no centro financeiro. A entrada era imponente má
a, Sr. M
dia,
ipe já estão na sala de re
bri
mura, CEO de uma incorporadora japonesa, estav
levantou-se, estendendo a
Dário apertou a mão do homem com f
re materiais e prazos. Dário era frio, preciso, impiedoso nas negociações. Nã
equipe ficaram
acável - comentou um do
s viu o olhar de respe
ssinado. Mais um projeto.
tendeu a mã
. Monteiro. Será um praz
ualm
ário voltou para seu escritór
io era a
tiu aquela pontada familiar o vazio. O sucesso era
efone
oço com o cliente das
Ót
ou e voltou
n. O cliente, um magnata imobiliário chamado Rich
cumprimentou com um abraço exag
ário sentou-se
Chelsea. Vou transformar em coberturas de luxo. - Whi
om a agenda cheia, Rich
re riu
n, Dário? Você preci
s o sorriso não
são negócio
riedades e tendências do mercado. Dário ouviu mais do que
apertara
e reuniões. A equipe de Paris queria ajustes nos projetos euro
udo com a mesma
. A cidade estava se iluminando, as lu
ntrou n
casa,
Sr. M
u os olhos, sentindo o cansaço se acumular
prédio, o porteir
ite, Sr.
a no
or, subiu ao déc
a vazio. A porta
a pasta no sofá. Foi até a cozinha, pego
olhando p
e vibrou.
ê está faz
"Acabei de ch
stou com vont
ou por um
en
enta minutos. O porteiro av
uivos soltos, vestido vermelho curto que mostrava pe
ndo os braços em volta do pe
pondeu. Ape
eve suspirou contra os lábios dele,
com um chute. Seus corpos se chocaram cont
murmurou ela cont
rvas do corpo dela, encontrando o zíper do vesti
eta. A pele branca contrastava com o cabelo ver
ou, desabotoando a camisa dele.
arregando-a até a sala.
corpos se encontrando. A re
a calça. Dário suspirou enquanto os ded
e, inclinando a cabeç
so
precisa? De alguém que t
enas a beijou novamente
eve arqueou o corpo sob ele, suas pernas enlaçando sua cin
ordenou Dário,
moveram mais rápido, as mãos d
s, em algum lugar no fundo de sua mente, algo não est
olhos, afastand
ndo em ondas de prazer. Dário seguiu logo depoi
corpo de Dário ainda sobre o del
murou. - Você é
ando-se. Foi até a janel
u-se no sofá, e
edir para
Dário não olhou par
trás. Seus braços envolveram sua cint
Dário. - Sua voz era
Na
irou-o para encará-lo. -
momento. Seus olhos negros
insistiu. - S
inclinou
quiser c
o qu
não insistiu. Sa
se na cama, nua, enquanto Dário foi ao banheir
lado dela, olh
to estava e
ele ouviu um som. A vizinha.
echou o
azeroso, até. Mas, no fundo, ele sabia que era v
vizinha poderia ter ouvido tudo o inc
lado, afastand
dia. Outras reuniõe
noite

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