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Histórico

Capítulo 6 Negócios e Prazeres

Palavras: 1598    |    Lançado em: 25/06/2026

ador toco

de quem nunca precisava de alarmes. Levantou-

na cintura e parou

, uma cicatriz fina na sobrancelha esquerda lembrança de um acidente de carro na ad

ão pelos fios,

gos, peito tatuado com uma frase em latim que ele nunca explicou a ninguém,

preta. Sapatos italianos. Relógio de pulso

onto para enf

hando pela janela para Manhattan despertando. O barulho da cidade lá emba

nunca parava, nunca dormia. Era impie

abalho, a chave do

do 1402. Silêncio. A vizinha

u no elevad

tava esperando co

a, Sr. M

arlos. Vamos

as ruas de Manhattan, passando por arranha-céus,

complexo residencial em Brooklyn 40 andares, design arrojado, foco em sus

em 15 minutos -

Ót

a. As luzes da cidade brilhavam mesmo durante

m prédio no centro financeiro. A entrada era imponente má

a, Sr. M

dia,

ipe já estão na sala de re

bri

mura, CEO de uma incorporadora japonesa, estav

levantou-se, estendendo a

Dário apertou a mão do homem com f

re materiais e prazos. Dário era frio, preciso, impiedoso nas negociações. Nã

equipe ficaram

acável - comentou um do

s viu o olhar de respe

ssinado. Mais um projeto.

tendeu a mã

. Monteiro. Será um praz

ualm

ário voltou para seu escritór

io era a

tiu aquela pontada familiar o vazio. O sucesso era

efone

oço com o cliente das

Ót

ou e voltou

n. O cliente, um magnata imobiliário chamado Rich

cumprimentou com um abraço exag

ário sentou-se

Chelsea. Vou transformar em coberturas de luxo. - Whi

om a agenda cheia, Rich

re riu

n, Dário? Você preci

s o sorriso não

são negócio

riedades e tendências do mercado. Dário ouviu mais do que

apertara

e reuniões. A equipe de Paris queria ajustes nos projetos euro

udo com a mesma

. A cidade estava se iluminando, as lu

ntrou n

casa,

Sr. M

u os olhos, sentindo o cansaço se acumular

prédio, o porteir

ite, Sr.

a no

or, subiu ao déc

a vazio. A porta

a pasta no sofá. Foi até a cozinha, pego

olhando p

e vibrou.

ê está faz

"Acabei de ch

stou com vont

ou por um

en

enta minutos. O porteiro av

uivos soltos, vestido vermelho curto que mostrava pe

ndo os braços em volta do pe

pondeu. Ape

eve suspirou contra os lábios dele,

com um chute. Seus corpos se chocaram cont

murmurou ela cont

rvas do corpo dela, encontrando o zíper do vesti

eta. A pele branca contrastava com o cabelo ver

ou, desabotoando a camisa dele.

arregando-a até a sala.

corpos se encontrando. A re

a calça. Dário suspirou enquanto os ded

e, inclinando a cabeç

so

precisa? De alguém que t

enas a beijou novamente

eve arqueou o corpo sob ele, suas pernas enlaçando sua cin

ordenou Dário,

moveram mais rápido, as mãos d

s, em algum lugar no fundo de sua mente, algo não est

olhos, afastand

ndo em ondas de prazer. Dário seguiu logo depoi

corpo de Dário ainda sobre o del

murou. - Você é

ando-se. Foi até a janel

u-se no sofá, e

edir para

Dário não olhou par

trás. Seus braços envolveram sua cint

Dário. - Sua voz era

Na

irou-o para encará-lo. -

momento. Seus olhos negros

insistiu. - S

inclinou

quiser c

o qu

não insistiu. Sa

se na cama, nua, enquanto Dário foi ao banheir

lado dela, olh

to estava e

ele ouviu um som. A vizinha.

echou o

azeroso, até. Mas, no fundo, ele sabia que era v

vizinha poderia ter ouvido tudo o inc

lado, afastand

dia. Outras reuniõe

noite

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