ente do Texas, mais denso, misturado com cheiro de asfalto, comid
sa contra o corpo
algum tipo de proteína para a semana. E, se sobrasse dinheiro, t
Lara tinha visto no caminho no dia anterior. Ma
saído das passarelas de Paris. Vestidos fluidos, blusas de seda, calças
a p
desgastada, blusa azul simples que ela tinha comprado em liquida
murmurou para si mesma. - Talve
ior iluminado com luzes suaves, as roupas penduradas em cabides
painha
elhos emoldurados a ouro, um balcão de atendimento com flores frescas.
voz animada veio
tes, sardas espalhadas pelo nariz, e um sorriso tão largo que parecia ocupar metade do rosto. Ves
u de volta. - Eu..
o. - Sou a Maya. Se precisar de ajuda, é só chamar
a começou a andar
m lindas. Mas
de uma blusa azul-mar
40
Deus - s
se preocupa. Temos uma seção de liquidação atrás. As peç
u o rosto
m orçamento limitado
- Eu trabalho aqui. Sei que a maioria das pe
ra o fundo da loja. Lá, em cabides separados, hav
$350, agora tá $120. E essa blusa - ela pegou uma camisa de seda co
as. Muito mais elegantes do que qua
ca bem em mim? - p
m um corpo maravilhoso, sabia? Ele é bem vantajado... esse tipo
aquecer, mas dessa
bri
o seu nom
ara Mende
a mão. - Maya Lopes de Nova Yo
que Maya sugeriu e
teiro e uma cortina de veludo. Lara tirou a blusa e
ou no e
is, realçando suas curvas. A cintura alta alo
- suss
r combinava com seu tom de pele, e o tec
lado para o outro,
nte. Sofisticada. Um
e Maya veio de fo
u a corti
ou um ass
a, examinando cada detalhe. - O caimento ficou perfeit
a r
muito, mas... $21
e funcionária. - Maya piscou. - $180 pe
mas... ela estava em Manhattan. Queria começar u
sse, sorrindo
stou, quer ver mais uma peça? Tenho uma co
voltou com um casaco curto, de
co. Combina com tudo. E
co. Ficou perfeito
uan
te $400, tô v
r um ataque se soubesse que
ivou. - Você merece. É u
a r
Levo o cas
í s
mbalar as roupas em sacolas de papel cr
o passava o cartão de Lara na máqui
- Ele faleceu há seis meses e me deixou o
mão no ombro de Lara. - Mas que coragem, he
isse que eu tinha talento como designer
faculdade de administração, mas sempre admirei quem trabalha co
ntando meu portfólio.
gente. - Maya pegou um cartão de visitas e escreveu algo
o cartão,
guardou o cartão na bol
egal. - Ela piscou. - E a gente se identifica. Moças humildes tentando sobreviver em Manhattan. - Ela baixou a v
uma conexã
ito, mas nunca faltou nada. Meu avô que construiu essa vid
ra. - Maya deu um tapinha n
que trabalhava na loja há dois anos, que morava num apartamen
o que quase e
almente. - Ainda tenho qu
ou. - Mas me liga, hein
ara pegou as sacol
a tilintou
Maya tinha sido uma sorte. Uma amiga em Manhattan. Algué
a as sacolas
s roupas novas, primeira
te, ovos, pão, frutas, legumes, frango, maca
ou do vizinho. O homem alto, de olh
mal-educada
que ouvir uma reclamação. Ela ainda estava se adaptando, ain
pras e volto
u ao décimo quarto andar. O corredor estava
na porta e entrou
rio. O conjunto preto e rosa ficou pendurado ao lado de suas outras roupas e parecia destoar c
ar mais roupas
trou o número que Maya tinha escrito no
WhatsApp e env
e chegar em casa. Obrigada pela
a veio em
s em você, tô até com inveja. Bora tomar café amanhã? Conheço
sor
de ser sim!
de folg
Me manda o
m. Até am
ar e deitou no sofá,
as começando, e ela já tinha feito uma amiga
olver o proble
so nisso - murmurou
ouviu-se uma música. Pian
anziu a
piano? -
tinuou, boni
s minutos, encantada
tem bom gosto m
do piano a fez sentir-se

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