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io e Lara Mendes precisou segura
aço, uma fachada que brilhava sob o sol de Nova York, e um porteiro de uniform
stanhos percorreram a fachada do edifício com uma mistura de admiração e incredulidade. Ela, uma garota do Tex
orita? - perguntou o porteiro, com
- São só essas duas malas e a caix
uma facilidade que impressionou Lara. E
rados, um lustre gigante no centro, um balcão de recep
avor? - perguntou
des. Apart
no computador e dep
r. Mendes. - Ele fez uma
eira de Manhattan. Estava de calça jeans, tênis e uma blusa azul
um sorriso educado. - O elevador é ali. O
bri
nas costas e arrastou-se até o elevador. Qua
e empolgação e cansaço. Ela tinha 1,56 metro de altura e um corpo curvilíneo que sua mãe sempre dizia ser "de comer com os olhos". Lara n
rto andar, revelando um corredor silencioso e elegante. Carpete
porta da direita, enfiou a
mento er
izonte de Manhattan. A cozinha era moderna, com bancada de granito e eletrodomésticos novos. D
las no chão e cor
isse impressionada -
, o rio ao fundo, o céu azul. Ela encostou
ê me deixou
rou no bolso.
ainda olhando para fora. - É lindo,
a mãe soou preocupada. - Não esquece de faz
- Lara riu. - Vou fazer um jantar digno
idado. Nova Yo
de luxo. O único perigo aqui é o preço do aluguel
riu
A voz da mãe ficou mais suave. -
u um nó na
i, mãe.
romessa de se fala
não era exatamente digno de Manhattan. Sapatos organizados na entrada. Produtos de cabelo no banheiro. A
. Foi até a cozinha, abriu a
jantar em Nova Yor
perava, explorou mais o apartamento. O segundo quarto era menor, mas com uma vi
ainha
eu para a porta, abriu
Pagou, pegou a cai
om cebola e comeu em silêncio, olhando par
s m
de tristeza, de empacotar sua vida no Texas. Agora es
, jogou a caixa no li
laxando os músculos tensos da viagem. El
oportunidades. Que ela poderia ser quem quisesse aq
embaixo da água -,
horts e uma camiseta velha, e deitou na cama. O
baixinha, um jazz suave que o avô gost
rápido. Lara ado
m sua no

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