e vista
Ian Martinelli
léu de vidro
eu dormisse no território dele. Mas naquela época eu tinha meu próprio quarto
ra
a do divórcio e uma lista de regras que os dois assinam
mo ele tinha dito. Eu disse que não precisava de carro
com um sorriso amarelo. O elevador privativo subiu e
nsegue,
s m
oitent
isso, nu
la. Claro. Ele provavelmente estava no escritório invisível dele
a me de
arecia nunca ter sido sentado. A mesa de jantar de mármore comportava doze lugar
ozi
o. Geladeira do tamanho de um estúdio. Tudo impecável. Tudo vazio. Na ge
a trist
m uma cama king size, banheiro de mármore e uma sacada privativa. Eu não entr
is quartos
ra o leste. O outro era menor, com cama de
hi o
ra, pelo menos teria s
abajur de cabeceira (porque as luzes dele eram todas brancas e geladas, do tipo
nas p
s trinc
rio era a única
devagar, como um condena
ara pegar água na geladeira. Ele me viu sentada no sofá da sa
as o
como se eu fosse uma peça de mobília que
querda - ele disse, com a maior secura
ondas, Ian. Não sou uma
só uma
ão
a da geladeira e
vitória
o quarto de hóspedes, com meu travesseiro de plumas, meu abajur quente,
ncio e
hão er
onseguisse
ando c
edor. Depois o barulho de uma cadeira sendo arrastada. Depois
para o
meia da
ava tra
ficava do outro lado d
ar
o tem um senso d
ei o travesseiro sobre a
a-n
da m
da
e. Em inglês. Com alguém de fuso horário europeu, pelo som das
evised. No, I don't care if it's Sat
abelos bagunçados. Os olho
o vai
unca
sabia
er eram duas co
zinha, tomei um copo de leite gelado e voltei para o
ta das quatro. E
dei às
uma
maravilhosa e perv

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