e entrou pel
está
Ele deu de ombros. - A
scolado. É a minha casa. O único lugar no mundo onde eu não sou ElaraMartin
s olhos cor de me
u s
ue você quer
deu um passo na minha direção. Eu recuei. Ele parou. - Lá é o meu território. A minha energia, como você disse. Vo
uase
as
Vi a lógica. Vi até uma gentileza forç
u lembre
vezes que ele me humilhou com silêncios. De todas as vezes que a
foi firme. - Você
lar
r ecoava lá embaixo. - Esse é o meu lugar de paz. Eu não vou compartilhar ele com você.
sa naquele rosto. Raiva? Foi a primeira coisa que proc
.. ren
or mim e parou no corredor
Is
com
i a t
egr
ção. A luz do corredor pegava em cheio na mandíbula forte, nos olhos sérios
. Odiei que ele
a e uma caneta preta. Ele voltou também. Sentamos na mesa pequen
rou o bloco na direção
gou a
iro: se
Ób
era firme, inclinada para
dos na cobertura sem a
sem contar para a família que a ge
u os olho
ui a festa
ente a fest
devagar dessa ve
to: se
brancelha
O
Eu fico no principal. Você escolhe um dos outros. Não se entra no quarto do outro sem b
a se mexer no meu peito. Uma memória desenterrad
ign
aí: sem cama ju
um pouco mais trêmula dessa
uin
ssos dedos se tocaram por um segundo. Puxei rápido como se tiv
A JUNTOS OUTRA VEZ.
bloco de vo
ssi
xeu. Não era um sorriso. Era... alg
impossíve
bo. - cruzei os
assi
inei e
o novo es
e se levantou. Foi até a po
da manhã. Eu
mandar carro.
emais, Elara. Isso v
o só está me
sa
ta fe
ria, ouvindo o barulho do elevador leva
tas estava em
rra ne
na sala vazia, enqua
a engr
esesp
era a única coisa que

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