inha uma forma peculi
cortava a pele. À noite, porém, o silêncio se tornava profundo demais. Er
o levantava poeira ao redor do carro. A lua estava alta, branca, cortando o céu como uma lâmina. O homem ajoe
quando alguém acabava diante d
s. Ele estava suado, mesmo com o frio da madrugada. As mãos tremiam. A boca abr
os dedos com um tédio quase ofensivo. Meu primo sempre teve um talent
a noite inteira aqui? - pergun
m ajoelhado, grande, silenci
ia esculpido para intimidar qualq
do a pistola com um pano preto. A irmã de Sebastian observava a cen
ava missões. Henry sempre dizia que ela teria sido um excelente capo se tivesse na
elhado fina
abia... - A frase m
jura. - Levantei dev
levantar o olhar, mas não conseguiu sustentar o contato por
explicar
. - Inclinei lev
vez. - Ele
- Sebastian soltou uma r
u a mão pesada no ombro do homem, impe
informação -
mente para
atamente v
a hesitação jáessa. - Escalas. Turnos da segura
o rosto por comple
eu entendia. Mas ninguém compra uma folha de pagam
lha in
ó queria os admitidos. Quem entrou no
nós e ninguém falou
arata, previsível, fácil de encontrar. A segunda é bem mais paciente. Você não compra ninguém. Você contrata. Manda uma pessoa nova, limpa, sorrid
as. Homens inteligentes us
os braços. O homem dem
trás, ela caminhou na nossa direção com passos tra
de cavalo apertado e os olhos brilhavam com aquela energia perigo
não -
eu me divertir prim
e. - Voltei a
s segundos e o vento passou entr
i o
Sebastian levant
khai
Aurora soltou um
cNight para um russo? - Meu tom não mudou, e ta
o homem começou a falar rápido
de desculpas. Facilitaria essas
a riu
cópias?
Só uma,
e pediu depo
veio mais fundo, mais deliberado, como se ainda existis
a - m
e. - Olhei
braços e o colocou de pé, o
. - A palavra
isericórdia, peguei a pistola do coldre
bastian encostou n
a, o homem co
ha fi
olhos dele e o tiro ecoou no deser
empurrou o corpo com a ponta do s
r atirado primeiro. - A
z. - Guardei a
ar isso. -
er saber. - Sebast
mo com quase setenta anos, era para estar aposentando ao lado da minha avó, mas não foi bem isso ogo de décadas através de al
. E quando minha mãe, Bella McNight, se casou com Thomas Kuhn, filho de France
va morto há alguns anos,
aem por invasão.
lular ainda olhando p
segundo toque
enh
uma. Documento, endereço, histórico, família, dívida, processo, tudo. E quero s
ado, do tipo que em Klaus signif
lui garçon
todo mundo q
var algu
dias. - Encer
sol nascer. - Sebastia
fiquei alguns segundos olhando o corpo no chão antes de entrar também. O de
*
ante a madrugada. As luzes refletiam no mármore negro do salão, as máquinas pisc
l enquanto alguns seguranças
senhor - diss
vinha ao meu lado e Aurora estava alg
e, um dos homens mais perigos
ma sala, ninguém percebia imediatamente. Mas ele já sab
quando eu a vi, uma mulh
postura elegante demais para alguém que parecia trabalhar ali há pouco tempo. Ela se movia
onhecia todos os funcionár
ei-me u
. Inclinei discretamente a cab
ervou a mulher por alguns s
ionári
ndo c
nsou um
dias
s d
ado de secar no deserto e a mulher já est
evisou a ad
enove anos. Documento verdadeiro. Número válido, selo válido, consta no sistema. Empr
l é o p
huma dívida. Nenhum cartão. Nenhum processo, nenhuma multa, nenhum plano de saúde, nenhum parente cad
ser pob
ou os olhos para o salão. - Essa mulher não tem passado. Ela
o as garçonetes? - Sebas
ia calma e confiante demais para alguém novo naquele lugar. Ela virou o rosto naqu
ente e continuou cami
so automático, não teve a pequena curvatura de ombros que todo mundo faz sem perceber quando es
aprende se
Aurora chegou
novas funcionárias. - Seba
olhou para a mulher
Luna - Klaus f
. Algo naquele nome não pareci
da
sem alterar o tom, e todos nós sabíamos exatamente
a mesa e recuar dois passos antes de ser dispensada, com a bandeja apoiad
sta de quem estava en
depois,
ar, a última coisa que eu deveria fazer era arranca
barman deslizou na minha di
imamente a cabeça,
m quem fala, com quem não fala, o que faz nos intervalos. - Levei o whi
ela não
olhos pa
, dissolvida no brilho e no barulh
pondi. - Aí signi

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