img O Don e a Princesa Do Cartel  /  Capítulo 5 Benício McNight - Quatro anos antes | 7.46%
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Histórico

Capítulo 5 Benício McNight - Quatro anos antes

Palavras: 1312    |    Lançado em: 10/06/2026

inha uma forma peculi

cortava a pele. À noite, porém, o silêncio se tornava profundo demais. Er

o levantava poeira ao redor do carro. A lua estava alta, branca, cortando o céu como uma lâmina. O homem ajoe

quando alguém acabava diante d

s. Ele estava suado, mesmo com o frio da madrugada. As mãos tremiam. A boca abr

os dedos com um tédio quase ofensivo. Meu primo sempre teve um talent

a noite inteira aqui? - pergun

m ajoelhado, grande, silenci

ia esculpido para intimidar qualq

do a pistola com um pano preto. A irmã de Sebastian observava a cen

ava missões. Henry sempre dizia que ela teria sido um excelente capo se tivesse na

elhado fina

abia... - A frase m

jura. - Levantei dev

levantar o olhar, mas não conseguiu sustentar o contato por

explicar

. - Inclinei lev

vez. - Ele

- Sebastian soltou uma r

u a mão pesada no ombro do homem, impe

informação -

mente para

homem demorou,

trás, ela caminhou na nossa direção com passos tra

de cavalo apertado e os olhos brilhavam com aquela energia perigo

não -

eu me divertir prim

e. - Voltei a

s segundos e o vento passou entr

i o

Sebastian levant

khai

Aurora soltou um

a família McNight para um

o homem começou a falar rápido

de desculpas. Facilitaria essas

a riu

e. - Olhei

braços e o colocou de pé, o

. - A palavra

isericórdia, peguei a pistola do coldre

bastian encostou n

a, o homem co

ha fi

olhos dele e o tiro ecoou no deser

empurrou o corpo com a ponta do s

r atirado primeiro. - A

z. - Guardei a

ar isso. -

er saber. - Sebast

mo com quase setenta anos, era para estar aposentando ao lado da minha avó, mas não foi bem isso o

go de décadas através de al

. E quando minha mãe, Bella McNight, se casou com Thomas Kuhn, filho de France

va morto há alguns anos,

sol nascer. - Sebastia

fiquei alguns segundos olhando o corpo no chão antes de entrar também. O de

*

ante a madrugada. As luzes refletiam no mármore negro do salão, as máquinas pisc

l enquanto alguns seguranças

senhor - diss

inha ao meu lado e Aurora estava algun

e, um dos homens mais perigos

ma sala, ninguém percebia imediatamente. Mas ele já sab

quando eu a vi, uma mulh

postura elegante demais para alguém que parecia trabalhar ali há pouco tempo. Ela se movia

onhecia todos os funcionár

ei-me u

. Inclinei discretamente a cab

ervou a mulher por alguns s

ionári

ndo c

nsou um

dias

o as garçonetes? - Sebas

ia calma e confiante demais para alguém novo naquele lugar. Ela virou o rosto naqu

ente e continuou cami

Aurora chegou

novas funcionárias. - Seba

olhou para a mulher

.Olhei novamente para ela. Luna. Algo naquele

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